Rock 80 Brasil
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Parece que foi ontem, mas em 2017 o Barão Vermelho celebra seus 35 anos. Isso mesmo. Há 35 anos, os jovens, quase meninos, Robetro Frejat, Guto Goffi, Maurício Barros e Dé Palmeira receberam um outro menino, o Cazuza, para ser vocalista da banda por indicação do Léo Jaime. A partir daí o Barão Vermelho alçou grandes voos, enfrentou turbulências e até hoje é referência do nosso Rock 80 Brasil. E que tal um filme para contar essa história? Pois é. Em janeiro estreia nos cinemas o documentário "A Noite não acabou", dirigido por Mini Kerti.
O baterista Guto Goffi falou com exclusividade para o blog Rock 80 Brasil o que podemos esperar do documentário: "São dua horas de filme contando trinta e tantos anos. Tem todo um trabalho de pesquisa, cenas inéditas de shows, camarins e imagens bem do comecinho da nossa carreira. Trabalho fino e dedicado, com a colaboração dos integrantes e seus acervos pessoais". Além disso, o filme homenageará o percussionista Peninha, que faleceu neste ano.
Ainda não há uma data definida de lançamento. Então é ficar atento e já ir preparando o coração!!!

Gravado em dezembro de 2001, na baiana Costa do Saiupe, o antigo programa "Luau MTV" convidou os Titãs a participar do último episódio daquela temporada. E dentre tantas faixas de sucessos do grupo, que até então ainda tinha o Nando Reis como integrante, os músicos decidiram abrir o programa em uma singela homenagem a Raul Seixas.

A canção da vez foi "Aluga-se", lançada pelo maluco beleza no disco "Abre-te Sésamo", de 1980. Já esta versão feita pelos Titãs foi registrada em DVD e lançada pela própria MTV no ano de 2002, embora este álbum não se encontra nos discos oficiais da banda.

Chega de papo! E bora relembrar este RockCloner!


Aconteceu no ano de 2014, na Fundição Progresso, Rio de Janeiro, a gravação do DVD da banda de reggae Natiruts. E sabe qual foi a batida diferente que o grupo fez durante o show, e que envolve o bom e velho Rock 80 Brasil? Eles fizeram uma versão à canção "Mensagem de Amor", d'Os  Paralamas do Sucesso.

Autoria de Herbert Vianna, a música foi gravada originalmente no segundo disco do trio, "O Passo do Lui", de 1984.

Já o Natiruts, a melodia é a 15° faixa do álbum "#Nofilter Ao Vivo". Além dessa, o grupo também regravou "Faroeste Caboclo", da Legião Urbana, mas essa fica para uma próxima ocasição!

Bora ouvir as duas versões? Bora!



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O Rock 80 Brasil está em luto. Faleceu ontem Paulo Humberto Pizziali, o Peninha, percussionista do Barão Vermelho.
Peninha, junto com Fernando Magalhães, entrou no Barão Vermelho após a saída de Cazuza e participou de todos os discos desde o  "Declare Guerra", o primeiro do Barão sem Cazuza.
E que Peninha continue animando os shows com sua percussão mágica lá no andar de cima!
Abaixo um show do Barão em 1994, no Bem Brasil.




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O guitarrista e compositor Augusto Licks apresentará “Do Quarto Para o Mundo” em Porto Alegre no dia 24 de setembro de 2016. A palestra interativa retorna à capital gaúcha ainda mais lapidada, desta vez no Centro Histórico-Cultural Santa Casa, localizado na região central da capital gaúcha. Destinado à estudantes, músicos iniciantes, e amantes de música em geral, o projeto é um momento raro e precioso para aprender e se emocionar, numa conversa enriquecedora com um dos maiores guitarristas de todos os tempos do cenário nacional.

Organizado pela Roma Produtora em parceria com a Liga Produção Cultural e com promoção da BD Divulgações, o evento oferece participações que podem ser adquiridas antecipadamente, a partir de R$200,00 no lote promocional de inscrições. Com vagas limitadíssimas para assegurar a qualidade dos conteúdos, a conversa terá um intervalo interativo para coffee break/lanche. Antes do início, em momento de confraternização individual com os participantes, Augusto Licks tirará fotos e dará autógrafos aos interessados.

Os conteúdos são divididos em duas partes: conceitual e prática. Informações e experiências são transmitidas, e perguntas são respondidas, tudo com profundidade, de maneira mais qualitativa do que quantitativa. Num clima intimista, Augusto Licks oferece um amplo cardápio de temas para que os participantes formulem suas perguntas.

"Do Quarto Para o Mundo":

Diferente de cursos, aulas ou oficinas convencionais, este workshop não se prende a aspectos técnicos da música, embora ofereça atalhos para uma melhor compreensão e utilização dos mesmos. A abordagem é mais ambiciosa: busca situar o hábito musical em relação a outros aspectos da realidade, partindo da afirmação desse hábito diante dos obstáculos que a vida em sociedade impõe. Daí o título, que descreve o caminho entre a intimidade (Quarto) e o conflito social (Mundo). Nem todos têm a música como uma coisa boa e tranquila em suas vidas, muitas vezes resultado de experiências negativas na família ou na escola. Além disso, os ambientes de convívio musical são repletos de situações conflituosas e desafiadoras. Questões existenciais somam-se então às variáveis técnicas e materiais de uma atividade musical. Entender melhor e conversar sobre isso pode proporcionar a um iniciante, por exemplo, uma oportunidade única de se familiarizar com situações que irá viver, tornando menos complicado o "caminho das pedras".

Muito mais do que um workshop, "Do Quarto para o Mundo" foi elaborado com a preocupação de evitar superficialidade e ao mesmo tempo não despejar excesso de informação. Isso só é possível graças à natureza não-virtual da atividade, que se estende por mais de quatro horas e meia para que os conteúdos possam ser tratados com profundidade, e também graças à interatividade. Augusto Licks dedica toda a segunda parte a responder perguntas. São então os próprios participantes que dão ênfase aos temas.

Como a gama de assuntos difere de uma edição para outra, "Do Quarto para o Mundo" funciona como um trem de conhecimentos, que se reabastece em cada cidade com a interatividade dos respectivos grupos de participantes. É uma experiência orgânica, que não se encerra na tarde de sábado: os participantes continuam ativos em um grupo fechado de rede social. Por lá, a conversa continua."Por onde passa, nosso trem levanta poeira, tempestade de ideias", comenta Augusto Licks. E por quê dar-se ao trabalho, qual a motivação para tudo isso ? "- Pra mim, é um ato de resistência contra o senso comum", responde o guitarrista.

Em todas as cidades onde "Do Quarto" já foi realizado, o tempo passou rápido tamanha a intensidade do bate-papo e a diversidade de assuntos, que por vezes incluem até temas polêmicos como drogas, religião, política ou futebol, deixando entre os participantes um gostinho de querer mais. "Quero esclarecer que, embora destinado àqueles que estão começando a fazer música ou ainda sonham com isso, o workshop abrange assuntos que podem interessar a qualquer pessoa que goste de música, pois são questões universais e existenciais, não apenas assuntos técnicos ou privilégio de poucos", enfatiza Licks.

Participantes:
A mais recente edição do Workshop “Do Quarto Para o Mundo” foi realizada em Curitiba, no dia 7 de maio de 2016. O evento contou com a presença de músicos iniciantes e fãs que se deslocaram de várias partes do País. Com sua conhecida guitarra Steinberger 06, a famosa "Loira" de tantas apresentações memoráveis, Augusto Licks tocou uma "palhinha" com trechos de músicas marcantes de sua carreira e também novidades do seu "Jardim Musical", muitas vezes levando os participantes às lágrimas. Admiradores e músicos classificaram a edição como inesquecível:

Fábio Adamczuk viajou de Erechim (RS) a Curitiba para participar do Workshop do guitarrista que acompanha há muitos anos. ”Foram duas noites dentro do ônibus, mas com certeza é uma experiência muito gratificante. Esse contato com o Augusto Licks, que continua fazendo parte da nossa vida e da música no dia a dia, acontecendo por um processo simples de poder discutir música é muito válido”, diz Fábio.

O participante Rafael Saugo, que também viajou de Erechim, descreveu o momento com o ídolo: “Nós viemos até aqui para ver e curtir esse Workshop que valeu muito a pena. Augusto Licks é um ícone e as músicas que nos proporcionou com o som de hoje fizeram parte da nossa ideologia enquanto espectadores e fãs que somos”, comentou.

Quer aprender sobre música conversando com um dos heróis da guitarra nacional? Venha participar deste esclarecedor Workshop e aprimorar sua forma de fazer e ouvir música.

Serviço: 
"Do Quarto Para o Mundo", workshop de Augusto Licks em Porto Alegre
Inscrições:https://www.sympla.com.br/augusto-licks-workshop-do-quarto-para-o-mundo-em-porto-alegre__79976
Valores: Primeiro Lote: R$220,00 (+ R$22,00 Taxa) ou sem taxas pelo
e-mail: contato@romaprodutora.com.br (somente depósito bancário).

Data: 24/06/2016
Local:  Centro Histórico-Cultural Santa Casa - Av. Independência, 75 - Bairro Independência, Porto Alegre – RS
Público-Alvo: Músicos, iniciantes ou não. Estudantes. Qualquer pessoa que goste de música.

Saiba mais pela página do Facebook: facebook.com/workshoplicks


Valdir Finoti - Especial para o blog Rock 80 Brasil

"Quando eu compus, fiz, 'Ouro de Tolo', uns imbecis me chamaram de Profeta do Apocalipse, mas eles só vão entender o que eu falei, no esperado dia do eclipse"
Era uma segunda feira de Sol normal como as outras, mas ele transformou aquele 21 de agosto de 1989, fazendo com que esta data ficasse gravada na mente e coração de uma legião de malucos seguidores do Raulseixismo, uma especie de culto indefinível.
O dia do Maluco Beleza como agora é conhecido, traz diversos eventos por todo o país, além da tradicional passeata que acontece todos os anos com saída em frente ao Teatro Municipal de São Paulo.
Falar de Raul Seixas com quem curti sempre foi prazeroso, mas falar principalmente com quem não gosta, o prazer é ainda maior.
Quem tem o Rock na veia e viveu o auge dos anos 80 sabe muito bem o que é isso, tendo em vista o cenário musical  que tentam nos empurrar goela abaixo.
Raul sempre andou na contramão dos enlatados que são colocados nas prateleiras das paradas do que chamam de  'sucesso' um pseudo sucesso.
Vinte e sete anos sem Raulzito e é comum ver cada vez mais jovens que nem eram nascidos quando ele se foi, curtirem suas músicas.
Como Raul disse em uma de suas canções ... "os homens passam e as músicas ficam". Mas Raul não passou, se eternizou com sua maluquez, estando presente em muitos palcos de outros artistas e praticamente em todos os bares onde sempre se ouve alguém gritar 'Toca Raul' ...
O Maluco Beleza sempre viveu anos a frente de sua geração e a genialidade nas entrelinhas de suas letras, sempre atuais, rompiam o silêncio da censura.
O barulho de suas músicas ensurdeciam as mentes de cabresto mas, por outro lado, Raul conseguiu com o seu rock, tirar as mordaças amargas de toda uma geração.
Se Luar é seu nome aos avessos, como ele dizia em outra canção, podemos afirmar que Raul não tem fim e isso, é só o começo. 
E se hoje é o dia do Maluco Beleza, então mais do que nunca Toca Raul...

Na última terça-feira, 16, o músico Humberto Gessinger lançou, por meio do Portal UOL, o clipe da versão acústica de "Faz Parte" - canção gravada originalmente no álbum "Minuano" (1997), dos Engenheiros do Hawaii.

Gravado no estúdio do Rio de Janeiro e com produção musical de Rafael Ramos, o clipe traz o músico em cenas divididas no piano, na gaita e no violão. E, além de ser uma versão singela, Gessinger contou ao UOL a importância de resgatar canções da sua trajetória.

"Queria tocar algumas músicas que passaram batido quando foram lançadas, o que costumam chamar de 'lado B', mas que ainda fazem sentido para mim", relata o multi-instrumentista. Confira a entrevista completa AQUI.

Já o vídeo clipe, logo abaixo:






Depois do super sucesso do álbum "Dois", da Legião Urbana, lançado em 1986, era hora da banda lançar um novo álbum em 1987. Pressão do sucesso, expectativa e mais alguns fatores fez com que a banda decidisse por aproveitar canções antigas, a grande maioria de autoria somente do Renato Russo e compostas na época do Aborto Elétrico e do Trovador Solitário, como "Que País é Este", "Conexão Amazônia", "Eduardo e Mônica", e outras. Mas no final entraram duas compostas para este álbum, "Angra do Reis", de Russo, Bonfá e Renato Rocha, e "Mais do Mesmo", de Russo, Bonfá, Rocha e Dado. E é o próprio Dado Villa-Lobos, no livro "Memórias de Um Legionário" (Ed. Mauad), escrito em parceria com  Felipe Demier e Rômulo Mattos, que conta uma história bem interessante envolvendo a "Angra dos Reis"
Parte (a maioria, pode-se dizer) das músicas da Legião primeiro é gravada a música para depois Renato por a letra. No caso de "Angra" não foi diferente. Gravados todos os instrumentos, o produtor-mor da Legião, Mayrton Bahia perguntou para Renato Russo da letra daquela música. Renato disse que não faria letra. Começou uma discussão no estúdio que se encerrou com Mayrton ameaçando não terminar o disco se aquela música não tivesse letra e Renato saindo furioso, batendo porta. Conseguem imaginar o clima?
No outro dia chega Renato Russo com um pedaço de papel cheio de frases. Ele dá para Mayrton e diz: "Aqui está a letra". Assim nasceu "Angra dos Reis". E a informação que consta é que Mayrton ainda guarda até hoje esse papel, que traz não só uma história como uma das letras mais lindas do nosso Rock 80 Brasil.  



Pra quem estava com saudade de ver o nosso RockAgenda atualizado: cá estamos! E olha só: tá super a agenda dos nossos ícones do rock brazuca! Pra começo de conversa e pra quem curte o som desse cara, o Nando Reis estará nas terras paranaenses nesta semana. Aos paulistas que curtem um rock gaúcho, aproveitem que terá dobradinha do Nenhum de Nós na capital paulista. Já os donos do pão de queijo vão ficar com a nova turnê do Humberto Gessinger, que passará por duas cidades mineiras nos próximos dias.

Gostou e quer saber mais? Então, além dessas datas, veja abaixo as demais. E divirta-se!


Humberto Gessinger
29/07/16 – Uberaba/MG
30/07/16 – Uberlândia/MG

Nando Reis
29/07/16 – Curitiba/PR
30/07/16 – Maringá/PR

Nenhum de Nós
29/07/16 – São Paulo/SP
30/07/16 – São Paulo/SP

Frejat
29/07/16 – Presidente Prudente/SP
30/07/16 – Campos do Jordão/SP

Os Paralamas do Sucesso
29/07/16 – Campos do Jordão/SP
30/07/16 – Itapecerica/MG
31/07/16 – Salvador/BA

Biquini Cavadão
30/07/16 – Garanhus/PE

Ira!
30/07/16 – Itapetininga/SP

Titãs
30/07/16 – Santa Cruz Rio Pardo/SP

Legião Urbana – XXX anos
30/07/16 - Santos/SP

*Detalhes das respectivas datas e locais de show, você encontra nos sites oficiais de cada artista.

Guto Goffi, o eterno baterista do Barão Vermelho, agora também está se aventurando em novas praias. Uma delas é o grupo instrumental Bicho de Pau. Mas não é qualquer instrumental não. O formato já impressiona de cara: bateria, percussão e stick bass (tipo uma versão de baixo elétrio com 25 trastes e pode ter de 7 a 12 cordas dispostas e dois grupos distintos). Guto está na bateria, Cesar Brunet na percussão e Rique Seraphico no stick bass.
O blog Rock 80 Brasil bateu um papo com os três "bichos de pau", que estão em pleno processo de gravação de um CD. Vamos conferir o bate-papo:

Blog Rock 80 Brasil: Como pode ser definido o Bicho de Pau?

Guto: O Bicho de Pau, na minha cabeça e compreensão, é a arte de produzir sons e fazer ele acontecer a partir de instrumentos de pau (madeira). Eu percebo tudo isso de forma, muito primitiva e ao mesmo tempo acho moderníssimo. As coisas são cíclicas na vida e por isso esse rock/fusion, latin, afro-brasileiro volta com frescor e originalidade incomuns.
Rique: Um casamento que tinha tudo para dar errado, dando certo (risos)!

Blog Rock 80 Brasil: Como surgiu a ideia de montar o grupo?
Guto: O Rique Seraphico é meu amigo de antes do Barão Vermelho. Tocamos juntos em grupo de rock progressivo na juventude. Ele me convidou para fazermos um duo roqueiro tocando temas cheios de convenções etc. Eu disse a ele que me interessaria, mas incluindo um percussionista, que teríamos uma variedade e que a linguagem rítmica se multiplicaria com esse reforço. E foi o que aconteceu, o Cesar Brunet foi convidado e topou. Ele é irmão do Peninha, que toca comigo no Barão.

Blog Rock 80 Brasil: Por que a escolha do instrumental?
Cesar: Foi acontecendo naturalmente, aflorou este som e não sentimos necessidade de colocarmos um cantor. Eu acho que foi muito importante essa junção da percussão com a bateria e o stick bass, porque geralmente as pessoas escutam uma música com melodia, harmonia e já estão acostumadas a isso. No Bicho de Pau a pessoa vai encontrar algo diferente, no caso a parte rítmica é quem realmente determina as coisas.

Blog Rock 80 Brasil: Cada um traz uma bagagem musical diferente - o Guto o rock, o César a música latina e você o rock progressivo. Como juntar tudo isso em uma única proposta?
Rique: Claramente, a meu ver, uma questão de respeito mútuo, aceitando o input e musicalidade que cada um tem a oferecer ao grupo, sem julgamento, com uma mente aberta, sem ter definições e expectativas definidas em relação ao produto final. Tudo é bem recebido e explorado pelos três, até acharmos algo que funcione e que agrade a maioria dentro do grupo.

Blog Rock 80 Brasil: O que muda na bateria de um grupo com voz para um instrumental? Exige mais do baterista?
Guto: Com certeza no instrumental existe mais espaço para ser preenchido num tema sem a voz principal. Uma música com letra deve ser pontuada pela bateria, reforçando as principais frases da música. No instrumental a música tem que ganhar o espectador, e todas as passagens, intensidades, calibres e dinâmicas, tem que rolar do volume 0 ao 100. Tem que fazer mágica, ou seja tocar mesmo!

Blog Rock 80 Brasil: No grupo a sua percussão tem que ocupar 33,333% do espaço. Como equililbrar os diversos sons e instrumentos entre a bateria e o stick bass?
Cesar: É puro sentimento o que eu faço. Acho que minha mãe deixou essa herança pra mim. Minha mãe foi dançarina muitos anos do Dancing Brasil, furando cartão e dançando com os clientes. Carrego essa musicalidade até hoje comigo. No trio todo mundo tem que tocar.

Blog Rock 80 Brasil: Falando em  Stickbass. Porque a escolha deste instrumento nada usual, em um formato de grupo nada usual, tocando música instrumental, nem sempre tão usual?
Rique: Justamente por tudo que menciona, achamos que seria o instrumento ideal para trazer uma sonoridade e visual totalmente inusitado, inesperado e excitante. É hora de mudanças, de experimentarmos e ousarmos de novo; há muito não se via isso no Brasil. A meu ver o mercado, principalmente o brasileiro, está estagnado há muito tempo, nada realmente novo acontece. A proposta do Bicho De Pau traz tudo isso e muito mais. É diferente, novo "a bit fresh of air" para o mercado instrumental de música. Tem um pouco de tudo ali, para todos os gostos.

Blog Rock 80 Brasil: Vocês já fizeram algumas apresentações. Quais os próximos passos do grupo? Já está concretizada a ideia de gravação de um trabalho autoral?
Guto: Sim. Queremos terminar de gravar um CD; já gravamos 5 faixas e faremos mais 3 novas. Se estiver bonito com 8, será feito. Se acharmos pouco, faremos mais 2 e teremos 10 faixas, todas autorais. A maioria das composições são do Rique. Mas eu apresentei 2 temas, e tenho mais alguns na manga (risos)

Além disso, Guto fez a produção musical e de vídeo de uma linda versão de Aquela do Brasil. 
Confira abaixo uma palhinha do Bicho de Pau e em seguida a Aquarela do Brasil que Guto produziu:


O Rock 80 Brasil acordou hoje com uma notícia que pegou os fãs do BRock desprevenidos. Paulo Miklos deixa a banda por motivos pessoais e para se dedicar a projetos individuais. Mesmo com sua saída, os Titãs, agora com Branco Mello, Sérgio Brito e Tony Bellotto, anunciaram também que continuam na estrada e prontos para novos projetos que venham a surgir. Para acompanhar a banda foi convidado o guitarrista Beto Lee, filho da Rita Lee e do maridão Roberto de Carvalho.
Os Titãs vêm de um histórico de uma banda numerosa, mas que com o tempo foi sofrendo baixas. A primeira foi em 1984, antes mesmo do lançamento do primeiro disco, quando o grupo tinha 9 integrantes, com a saída de Ciro Pessoa. Na virada deste ano para 1985, Andre Jung (que depois iria para o Ira!) é mandado para fora da banda e no seu lugar entra Charles Gavin. Em 1992 Arnaldo Antunes deixa a banda; em 2001 Marcelo Fromer morre em um atropelamento; em 2002 Nando Reis deixa a banda; em 2010 é a vez de Charles Gavin (Mário Fabre assume as baquetas); e agora em 2016, Paulo Miklos. 
Se por um lado a banda sofreu as baixas, por outro o Rock Brasil ganhou mais peso, pois todos continuaram a se dedicar a projetos na área de música. 
O blog Rock 80 Brasil deseja ainda mais sucesso para os Titãs e para a carreira solo de Paulo Miklos.
Segue o comunicado oficial divulgado pela banda no seu Facebook:

"Os Titãs informam que Paulo Miklos se desliga da banda, por decisão pessoal, para se dedicar a projetos individuais.

Branco Mello, Sergio Britto e Tony Bellotto prosseguem como Titãs, com o apoio da gravadora Som Livre e de seu imenso público, honrando compromissos assumidos e outros que venham a surgir, fazendo shows com as canções que imortalizaram o grupo e criando novas músicas e projetos.

O guitarrista Beto Lee se junta ao baterista Mário Fabre na dupla de músicos especialíssimos que acompanharão os Titãs de agora em diante, nessa nova geração.

Os Titãs, ao longo de 34 anos de uma carreira exitosa, experimentaram várias formações sempre preservando a essência e o vigor de suas canções. Como um organismo coletivo que suplanta as individualidades que o compõem, os Titãs seguem determinados, impulsionados por inquietação e ambição artística, e orgulho das glórias conquistadas."
 

Foto acima: Silmara Ciuffa

É isso mesmo! Lulu Santos já cantou outra batida nessa sua estrada musical. Em 1995, no álbum "Eu e Memê, Memê e Eu", o músico interpretou uma canção já conhecida na voz de Tim Maia, "O Descobridor dos Sete Mares", que aliás, é a 1ª faixa do disco.

A agitada melodia é assinada por Gilson Mendonça e Michel na autoria, e está registrada no álbum do Tim que leva o título da própria música, lançado em 1983.

Quer conferir conosco a versão do Lulu Santos sobre esse hit inconfundível do Tim Maia? Então chega de papo e solta o player aí!







E não é que o Barão Vermelho já interpretou uma música da eterna mãe do rock? E isso está registrado no  10° disco oficial dos caras, intitulado com o nome da banda mesmo e lançado em 1996, que aliás, foi um disco totalmente dedicado a versões dos grandes de artistas nacionais.

Como o título da publicação já disse, a canção da vez foi "Jardins da Babilônia", gravado pela Rita Lee & Tutti Frutti no álbum "Babilônia", de 1978.

Ah! E vale lembrar que anos depois, a canção ganhou uma versão acústica feita pela Rita Lee na gravação do "Acústico MTV" (1998).

Chega de papo! E vamos conferir as distintas versões!







Foi exatamente no ano de 2005 que o músico Leoni convidou o Dinho Ouro Preto, líder da banda Capital Inicial, para dividir os vocais em um dos seus maiores sucessos: "Garotos II - O outro lado".

O encontro marcou o registro das composições sublimes de Leoni, enfim, interpretadas ao vivo no palco do Barra Garden, no Rio de Janeiro.

Lembrando que a canção "Garotos II - O outro lado" encontra-se no álbum de estúdio "Leoni", lançado em 1993. Já essa versão feita pelos músicos é a 11ª faixa do álbum "Leoni - Ao vivo".

Relembre este encontro conosco!





Há exatos 15 anos o Rock 80 Brasil perdia Marcelo Fromer, guitarrista dos Titãs. Ele morreu atropelado em São Paulo.
Fromer iniciou sua carreira musical no grupo Trio Mamão e as Mamonetes, que também tinha Tony Bellotto e Braco Mello, que viriam a ser também seus companheiros nos Titãs do Iê-Iê e depois Titãs.
Fromer sempre foi reservado. Não era o que estava à frente do grupo nos shows, mas grande parte dos sucessos da banda tem seu nome entre os compositores.
A sua morte foi um capítulo triste na história da banda. No livro "A vida até parece uma festa", os autores Herica Marmo e Andre Luiz Alzer, contam os momentos difíceis que os integrantes passaram naquele período.
O grupo estava com as malas prontas para ir ao Rio gravar o álbum "A melhor banda de todos os tempos da última semana". Cadê o Fromer? Até que um telefonema não trazia boas notícias. Tudo ainda estava meio nebuloso. Era um titã ligando para outro madrugada adentro. Até que a confirmação da triste notícia de sua morte.
Sérgio Britto, parceiro de muitas composições com Fromer, fez a Epitáfio, que entrou no disco e virou sucesso nacional. E que Fromer continue tocando sua guitarra, esteja onde estiver.


Hoje é um dia especial para celebrar o amor. E por quê não celebrar com muito Rock 80 Brasil, né? Então nós preparamos uma playlist com músicas dos nossos ícones do rock nacional anos oitenta para fazer jus ao Dia dos Namorados. Confira abaixo!


Engenheiros do Hawaii - De fé




Ira! - Girassol




Legião Urbana - O mundo anda tão complicado



Os Paralamas do Sucesso - Mensagem de amor




RPM - Dois olhos verdes




Titãs - Porque eu sei que é amor




Biquini Cavadão - Vou te levar comigo




Capital Inicial - Eu vou estar





Nenhum de Nós - Paz e amor





Lulu Santos - Apenas mais uma de amor





Kid Abelha - Como eu quero





Rita Lee - Lança perfume





Metrô - Tudo pode mudar





Supla - Coração em chamas




Leoni - Garotos II





Cazuza - Todo amor que houver nessa vida





Yahoo - Eu estarei pensando em você





Nando Reis - As coisas tão mais lindas





Barão Vermelho - Por você





Lobão - Corações pscicodélicos





E aí, gostou da nossa playlist? Feliz dia dos namorados!


Humberto Gessinger estreia a turnê Louco Pra Ficar Legal em São Paulo
Por: Ellen Visitário
Fotos: Gustavo Vara e Raony Correia
Edição: Fabricio Mazocco

Na última quinta-feira, 26, a casa de show Tom Brasil recepcionou duas referências do Rock 80 Brasil para uma noite inesquecível: Humberto Gessinger e Biquini Cavadão. E o blog Rock 80 Brasil foi conferir o que rolou nesse feriado de muita música!

Um gaúcho louco pra ficar legal na capital paulista!

Não eram nem 13h quando a fila para o primeiro show da noite começava a se formar nas mediações do Tom Brasil, que abriria as portas após às 19h30.

Casa lotada! E, então, pontualmente às 21h30 as cortinas se abriram para um cara que veio do sul. Acompanhado pelo guitarrista Nando Peters e pelo baterista Rafael Bisogno, Humberto Gessinger iniciou o show da nova turnê Louco Pra Ficar Legal com "Toda Forma de Poder", "Até o Fim", "Insular" e "Ando Só".

Passando pelas fases de sua carreira desde a trajetória dos Engenheiros do Hawaii, Gessinger relembrou as canções "Surfando Karmas & DNA", "Eu Que Não Amo Você", "Pose" e a clássica "Somos Quem Podemos Ser". E por falar em trajetória, o músico fez questão de dizer que neste ano, ele comemora 30 anos da estreia do seu primeiro disco, o Longe Demais das Capitais, então tocou "Segurança" e "Crônica".

A junção das canções "Dom Quixote" com "Alívio Imediato" fez com que o público cantasse junto e sem parar, tudo em uma só voz. "Faz Parte", "Pra Ser Sincero" e "O Preço" também estavam na setlist de um show que marcava uma nova empreitada na carreira musical de Humberto Gessinger. E "Pra Ficar Legal" foi a canção que fez jus como trilha sonora a esta nova turnê.

Rodrigo Tavares participa do show do Humberto Gessinger no Tom Brasil
Em seguida, "Refrão de Bolero" e "Piano Bar" eram interpretadas com novos arranjos e com a euforia dos fãs que cantaram cada sílaba. Mas o auge mesmo durante as quase duas horas dedicadas a este show, foi quando o guitarrista Rodrigo Tavares, que participou do disco e tour Insular, subiu ao palco como convidado e tocou ao lado dos caras a inconfundível "Infinita Highway".

Logo depois, a despedida e o agradecimento dos músicos naquele palco aconteceram com as músicas "Sampa no Walkman", "Terra de Gigantes" e "Exército de Um Homem Só".

Te levando sem destino ao som do Biquini Cavadão...

E como diz aquela frase: "o show tem que continuar." E continuou!

Enquanto a equipe técnica fazia os ajustes necessários para o 2º show da noite, o intervalo foi comandado pelo DJ que animava o público.

Tudo pronto! E lá subiram no palco Bruno Gouveia no vocal, Carlos Coelho na guitarra, Álvaro Birita na bateria, Miguel Flores nos teclados e os músicos convidados Marcelo Magal no contrabaixo, Walmer Carvalho no saxofone e percussão e o guitarrista de apoio Figurótico. 

Então a banda abriu o show com "Tédio", "É Dia de Comemorar", "Mundo da Lua" e "Roda Gigante". Depois, Bruno anunciou a nova canção que prestigiava a turnê Me Leve Sem Destino, a "Livre", composição inspirada nos protestos que aconteceram no país recentemente.

Bruno Gouveia leva o público ao delírio no Tom Brasil
As próximas foram "Impossível", "Múmias" e a inabalável "Vou Te Levar Comigo". Os fãs, que não aparentavam nem um pouco de cansaço, cantaram junto "Quando Eu Te Encontrar", "Daniela", "Uma Brasileira" - canção d'Os Paralamas do Sucesso - e a inédita "No Mesmo Lugar".

Os hits "Vento Ventania", "Quanto Tempo Demora Um Mês" e "Carta Aos Missionários" (de Uns e Outros) também completaram a noite regada de muito rock nacional anos 80. E logo após as canções "Chove Chuva" (de Jorge Benjor) e a romântica "Timidez", Coelho e Marcelo Magal deram um show à parte tocando em seus riffs arranjos de ícones do rock internacional.

E para encerrar o show, o Biquini Cavadão recebeu o Supla para cantar a autêntica música "Zé Ninguém". E agradeceu os fãs com a versão original de "Tédio" - música que abriu o caminho em 1985 para que a banda se tornasse o que ela é hoje.

De fato, foi uma noite marcante no Tom Brasil. Assim como foi para o gerente de treinamento, Luciano Rocha, 40, que pela primeira vez via a banda Biquini Cavadão ao vivo e a cores, diferente com o músico Humberto Gessinger, que sempre o acompanhou e o conheceu pessoalmente no início dos anos noventa.

Embora Luciano seja um admirador das bandas dos anos 80, ainda quando era criança, ali na casa de show, ele presenciou os integrantes como "eternos garotões". E ainda comentou que a autenticidade de Bruno Gouveia foi o que mais chamou sua atenção durante a apresentação. "Foi um show bem dinâmico do começo ao fim, o Bruno tem uma ótima postura e espírito de palco, chama o público pra ele. E fora que tem um diferencial no show: o telão fazendo alusão com as mensagens que as músicas transmitem", comentou.

E pra você conferir de perto tudo isso que aconteceu durante o show do Biquini Cavadão, assim como a apresentação do Humberto Gessinger, basta acompanhar a agenda dos respectivos artistas.

Sites oficiais: Humberto Gessinger e Biquini Cavadão

E boa diversão!


Que a situação política brasileira não está nada tranquila e muito menos favorável, não é novidade nenhuma. Nesse furacão, a impressão é que o país está dividido em dois lados ... e você tem que estar em um deles. Carlos Maltz, o astrólogo e o primeiro baterista dos Engenheiros do Hawaii, resolveu pegar de novo as baquetas e expor um pouco do que está acontecendo.
A música gravada não foi ao acaso. Maltz, acompanhado por El Escama nos vocais (quem é da era do Orkut vai lembrar quem é), Miguel Soldatelli Ponto Eletro e Osmani Junior (guitarras), Carlos Grison (baixo), Ian (violão), Leonardo TT (teclado), estava participando da gravação do disco do Escama em Londrina e na sobra de estúdio surgiu a ideia de gravar. A música escolhida foi "Vícios de Linguagem", de Humberto Gessinger, que está no disco "Simples de Coração", dos Engenheiros do Hawaii, lançado em 1995, o último que contou com a participação de Maltz na formação da banda.
Em entrevista exclusiva ao blog Rock 80 Brasil, Maltz contou um pouco sobre o motivo de ter gravado essa música: "Regravei 'Vícios de Linguagem' agora porque a música parece ter sido feita sob encomenda, pelo futuro, para o momento presente em que nos encontramos. Ela estava lá esquecidinha no 'lado B' do Simples de Coração. Mas veio com tudo." Em 10 dias o vídeo (que está abaixo) teve mais de 10 mil visualizações no Face do Maltz.
Um trecho da música diz "Tchê, de que lado tu estás?". E qual será o lado que está Maltz?: "Nesse momento, minha aposta é na ironia e num certo distanciamento. É claro que eu tenho um posicionamento. Sou anti-estado-mãe. Pra mim é absolutamente indiferente se existe um Ministério da Cultura ou disso ou daquilo. Quanto menos governo, melhor.  Mas sem levar isso muito a sério, que acho muita burrice alguém brigar com alguém que gosta por causa de política. Se ainda fosse futebol...". Aqui ele explica um pouco mais sobre isso.
E o que será que rola nessa parceria? "Eu tô gravando alguma coisa no disco do El Escama, e talvez a gente grave alguma coisa juntos no ano que vem. No momento não estou pretendendo fazer shows. Mas, como dizia o Ringo 'Tomorrow Never Knows'".




Mais um RockAgenda no ar! Nada melhor do que ficar por dentro dos palcos que os nossos ícones do Rock 80 Brasil irão pisar, né?

Então saca só: tá no Rio de Janeiro? Então não se programa e vá curtir o show do Lulu Santos e dos Paralamas do Sucesso que ambos farão na cidade maravilhosa. Mas pra galera da capital paulista: um dobradinha! Humberto Gessinger e Biquini Cavadão irão tocar no mesmo dia! Os caras dos titãs estarão em Manaus e o Nando Reis estará em solo mineiro nos próximos dias!

Viu como está super o nosso RockAgenda da semana? Aproveite e confira as demais datas e divirta-se!


Capital Inicial
25/05/06 – São Carlos/SP
27/05/16 – Blumenau/SC
28/05/16 – Criciúma/SC

Os Paralamas do Sucesso
25/05/16 – Rio de Janeiro/RJ
28/05/16 – Pedro II/PI

Nando Reis
26/05/16 – Patos de Minas/MG
27/05/16 – Uberaba/MG

Biquini Cavadão
26/05/16 – São Paulo/SP
27/05/16 – Indaiatuba/SP
28/05/16 – Rio Claro/SP

Humberto Gessinger
26/05/16 – São Paulo/SP
28/05/16 – Cachoeira do Sul/RS

Nenhum de Nós
28/05/16 – Giruá/RS

Titãs
28/05/16 – Manaus/AM

Lulu Santos
28/05/16 – Rio de Janeiro/RJ

Frejat
28/05/16 – Paty dos Alferes/RJ

*Detalhes das respectivas datas e locais de show, você encontra nos sites oficiais de cada artista.*



Taí um trio que, desde o início da carreira musical, sempre colecionou parcerias nas suas canções. E para tratar muito bem desse assunto, hoje o encontro é com a banda Os Paralamas do Sucesso e Marisa Monte em "O amor não sabe esperar".

O convite à Marisa aconteceu em 1998 e, então, a canção foi gravada no 11° álbum dos caras, o "Hey Na Na". A letra - feita por Hebert Vianna - conta também com a participação do Dado Villa Lobos e é embalada no ritmo de reggae.

Chega de papo! E bora conferir!


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