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Na última terça-feira, 16, o músico Humberto Gessinger lançou, por meio do Portal UOL, o clipe da versão acústica de "Faz Parte" - canção gravada originalmente no álbum "Minuano" (1997), dos Engenheiros do Hawaii.

Gravado no estúdio do Rio de Janeiro e com produção musical de Rafael Ramos, o clipe traz o músico em cenas divididas no piano, na gaita e no violão. E, além de ser uma versão singela, Gessinger contou ao UOL a importância de resgatar canções da sua trajetória.

"Queria tocar algumas músicas que passaram batido quando foram lançadas, o que costumam chamar de 'lado B', mas que ainda fazem sentido para mim", relata o multi-instrumentista. Confira a entrevista completa AQUI.

Já o vídeo clipe, logo abaixo:


Humberto Gessinger estreia a turnê Louco Pra Ficar Legal em São Paulo
Por: Ellen Visitário
Fotos: Gustavo Vara e Raony Correia
Edição: Fabricio Mazocco

Na última quinta-feira, 26, a casa de show Tom Brasil recepcionou duas referências do Rock 80 Brasil para uma noite inesquecível: Humberto Gessinger e Biquini Cavadão. E o blog Rock 80 Brasil foi conferir o que rolou nesse feriado de muita música!

Um gaúcho louco pra ficar legal na capital paulista!

Não eram nem 13h quando a fila para o primeiro show da noite começava a se formar nas mediações do Tom Brasil, que abriria as portas após às 19h30.

Casa lotada! E, então, pontualmente às 21h30 as cortinas se abriram para um cara que veio do sul. Acompanhado pelo guitarrista Nando Peters e pelo baterista Rafael Bisogno, Humberto Gessinger iniciou o show da nova turnê Louco Pra Ficar Legal com "Toda Forma de Poder", "Até o Fim", "Insular" e "Ando Só".

Passando pelas fases de sua carreira desde a trajetória dos Engenheiros do Hawaii, Gessinger relembrou as canções "Surfando Karmas & DNA", "Eu Que Não Amo Você", "Pose" e a clássica "Somos Quem Podemos Ser". E por falar em trajetória, o músico fez questão de dizer que neste ano, ele comemora 30 anos da estreia do seu primeiro disco, o Longe Demais das Capitais, então tocou "Segurança" e "Crônica".

A junção das canções "Dom Quixote" com "Alívio Imediato" fez com que o público cantasse junto e sem parar, tudo em uma só voz. "Faz Parte", "Pra Ser Sincero" e "O Preço" também estavam na setlist de um show que marcava uma nova empreitada na carreira musical de Humberto Gessinger. E "Pra Ficar Legal" foi a canção que fez jus como trilha sonora a esta nova turnê.

Rodrigo Tavares participa do show do Humberto Gessinger no Tom Brasil
Em seguida, "Refrão de Bolero" e "Piano Bar" eram interpretadas com novos arranjos e com a euforia dos fãs que cantaram cada sílaba. Mas o auge mesmo durante as quase duas horas dedicadas a este show, foi quando o guitarrista Rodrigo Tavares, que participou do disco e tour Insular, subiu ao palco como convidado e tocou ao lado dos caras a inconfundível "Infinita Highway".

Logo depois, a despedida e o agradecimento dos músicos naquele palco aconteceram com as músicas "Sampa no Walkman", "Terra de Gigantes" e "Exército de Um Homem Só".

Te levando sem destino ao som do Biquini Cavadão...

E como diz aquela frase: "o show tem que continuar." E continuou!

Enquanto a equipe técnica fazia os ajustes necessários para o 2º show da noite, o intervalo foi comandado pelo DJ que animava o público.

Tudo pronto! E lá subiram no palco Bruno Gouveia no vocal, Carlos Coelho na guitarra, Álvaro Birita na bateria, Miguel Flores nos teclados e os músicos convidados Marcelo Magal no contrabaixo, Walmer Carvalho no saxofone e percussão e o guitarrista de apoio Figurótico. 

Então a banda abriu o show com "Tédio", "É Dia de Comemorar", "Mundo da Lua" e "Roda Gigante". Depois, Bruno anunciou a nova canção que prestigiava a turnê Me Leve Sem Destino, a "Livre", composição inspirada nos protestos que aconteceram no país recentemente.

Bruno Gouveia leva o público ao delírio no Tom Brasil
As próximas foram "Impossível", "Múmias" e a inabalável "Vou Te Levar Comigo". Os fãs, que não aparentavam nem um pouco de cansaço, cantaram junto "Quando Eu Te Encontrar", "Daniela", "Uma Brasileira" - canção d'Os Paralamas do Sucesso - e a inédita "No Mesmo Lugar".

Os hits "Vento Ventania", "Quanto Tempo Demora Um Mês" e "Carta Aos Missionários" (de Uns e Outros) também completaram a noite regada de muito rock nacional anos 80. E logo após as canções "Chove Chuva" (de Jorge Benjor) e a romântica "Timidez", Coelho e Marcelo Magal deram um show à parte tocando em seus riffs arranjos de ícones do rock internacional.

E para encerrar o show, o Biquini Cavadão recebeu o Supla para cantar a autêntica música "Zé Ninguém". E agradeceu os fãs com a versão original de "Tédio" - música que abriu o caminho em 1985 para que a banda se tornasse o que ela é hoje.

De fato, foi uma noite marcante no Tom Brasil. Assim como foi para o gerente de treinamento, Luciano Rocha, 40, que pela primeira vez via a banda Biquini Cavadão ao vivo e a cores, diferente com o músico Humberto Gessinger, que sempre o acompanhou e o conheceu pessoalmente no início dos anos noventa.

Embora Luciano seja um admirador das bandas dos anos 80, ainda quando era criança, ali na casa de show, ele presenciou os integrantes como "eternos garotões". E ainda comentou que a autenticidade de Bruno Gouveia foi o que mais chamou sua atenção durante a apresentação. "Foi um show bem dinâmico do começo ao fim, o Bruno tem uma ótima postura e espírito de palco, chama o público pra ele. E fora que tem um diferencial no show: o telão fazendo alusão com as mensagens que as músicas transmitem", comentou.

E pra você conferir de perto tudo isso que aconteceu durante o show do Biquini Cavadão, assim como a apresentação do Humberto Gessinger, basta acompanhar a agenda dos respectivos artistas.

Sites oficiais: Humberto Gessinger e Biquini Cavadão

E boa diversão!



Dizem que há mais mistérios entre o céu e a terra do que imaginamos. O que nos faz encontrar uma pessoa? por que essa pessoa? E será para toda vida? Como já dissemos anteriormente, os nossos roqueiros também amam, inclusive os gaúchos e de cabelos compridos. Lembrou do Humberto Gessinger, dos Engenheiros do Hawaii, não foi? No coração do alemãoroqueirodospampas tem um grande amor... e faz tempo (antes que cause algum tipo de confusão, não estamos falando da Ana do "Refrão de Bolero"... essa é uma outra história que pode ser lida aqui).

Estamos falando de Adriane Sesti, que Humberto Gessinger dedicou a música "3X4", que está no álbum "Tchau Radar", de 1999, e no "Acústico MTV", de 2004. Adriane e Humberto foram colegas de colégio e estudaram juntos também no curso de Arquitetura da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS). Casaram em 1988 e a filha do casal, Clara, nasceu em 1992.
No livro "Pra Ser Sincero" (Ed. belas Letras) Humberto fala um pouco sobre esse romance, "luz que não produz sombra", que em tudo a ver com a música.

No trecho da música que diz "Diga a verdade ponha o dedo na ferida, você se apaixonou pelos meus erros. E eu perdi as chaves, mas que cabeça minha. Agora vai ter que ser para toda vida". Ele conta que o "perder as chaves" não foi nada metafórico. Na primeira visita dele na casa da futura esposa, Humberto perdeu as chaves, que tinha junto um chaveiro do Snoopy.  E la vai toda familia Sesti procurar o tal chaveiro, que na cabeça do Humberto tinha sido abduzido(!).
P.S. Adriane já disse que essa é UMA das músicas feitas por Humberto para ela! Quais seriam as outras, heim?



Por: Ellen Visitário   Edição: Fabricio Mazocco  Fotos: Teca Lamboglia e JLChinelato

No último domingo, 06, Humberto Gessinger encerrou a turnê Insular com um show na capital paulista. E antes que as cortinas se abrissem na casa de show Tom Brasil, o músico recebeu e conversou com o blog Rock 80 Brasil sobre o que o futuro lhe reserva na nova turnê, Louco Pra Ficar Legal.  

Acabando o que não tem fim...

Dessa vez, a ocasião era outra. Não era apenas uma simples apresentação na capital paulista. Era o fim de um recomeço próximo.

Humberto Gessinger se encontrava em um palco que do qual se despedia da turnê Insular. Mas... Nada de clima de tristeza nos olhos por encerrar este ciclo, apesar de um céu nublado que rondava a casa de show na zona Sul.

Ao som do fim de um breve ensaio de um show que estava prestes a acontecer, Gessinger bateu um papo sobre o que o futuro lhe reservava com a transição da turnê Insular (Ao Vivo) à turnê Louco Pra Ficar Legal.

Durante os 150 lugares que o gaúcho de uma banda só passou em turnê, algum desses devem ter prendido a sua atenção. Ele disse que gosta de traçar a estrada como uma coisa só: conhecendo as especificidades de cada lugar, mas não tentando privilegiar nenhuma. “Tenho várias lembranças em cada lugar. São Paulo, por exemplo, tem essa característica de ser a locomotiva do país. Pra quem não é daqui, e está chegando, é um sintoma de que o seu trabalho está chegando no mundo real mesmo. Belo Horizonte tem um significado: tem um público muito doce. E Porto Alegre por ser um lugar onde comecei. Mas eu gosto muito da estrada, eu gosto muito de cidades que, aparentemente, não tem nada de especial. Em cidades pequenas eu gosto muito de tocar. Pra mim, tanto faz palco grande ou pequeno.”

Ali, o último show da turnê Insular era considerado como um grande passo do que estava por vir em vez de ser tratado como um encerramento. Humberto contou que as próprias músicas da turnê Insular foram abrindo as portas para as músicas que vão entrar na próxima turnê, uma espécie de renovação no repertório. Sublinhado com os testes de luzes que a equipe traçava em direção ao palco antes do show acontecer, Gessinger completou: “Por outro lado, permanece a estrutura, músicas de todas as fases da minha carreira com essas três instrumentações (baixo/guitarra, teclados e gaita). Tem muita gente que está começando a acompanhar o Insular agora, e isso é uma coisa que não tem como evitar. Sempre foi assim. E acho que a gente tem que seguir em frente porque os trabalhos que a gente fez continuam rolando. A gente não pode esperar todo mundo absorver eles pra gente seguir em frente” – Mas além dessa percepção construtiva, Humberto destacou que “Louco Pra Ficar Legal” será a continuidade desse último formato. Ele já vinha há dez anos com trabalhos em ambientes acústicos, como o Acústico MTV; Novos Horizontes; e Pouca Vogal, mas aí o Insular apareceu e marcou a sua volta no baixo.

Nando Peters. Foto: JL Chinelato
Nando Peters e a sua sensibilidade especial nas guitarras

Hora do show. Todos sabiam que Esteban Tavares encontra-se em outra fase profissional: dedicado ao seu trabalho solo. Com a casa lotada, o público recepcionou outro guitarrista, ainda tímido, porém, dono de um sublime talento que soava nas cordas de seu instrumento: Nando Peters.

“O Nando eu conheci quando eu participei do Acústico do Cidadão Quem, ele tocava guitarra, e aquilo me chamou atenção porque o Duca Leindecker é um grande guitarrista e eu ficava pensando: ‘Pô! O que será que esse cara tem pro Duca estar tocando com ele?’. Fiquei super curioso! Eu senti que ele tinha uma sensibilidade especial. Depois eu vi outros trabalhos dele e ele ficou no meu radar – e ele é um cara que toca baixo também, o que é sempre um perigo tocar mais de um instrumento por que ao mesmo tempo que ele pode te dar uma visão mais ampla da música, pode ser uma coisa também que não te deixe fincar pé em nenhum dos mundos. E eu sei por que eu passo por isso –, então eu dei uma sacada nele, meio de longe.  E aí quando pintou do Tavares se dedicar ao trabalho dele, me ocorreu logo tocar com o Nando. Para além do lance musical que, claro, tem que funcionar sempre, tem um lance de conceito: ele é muito rápido pra sacar. E o meu trabalho não é uma coisa muito simples por que tem várias especificidades nessas músicas que eu toco, então para se encaixar, tem que ser alguém que esteja afim de – além de tocar – pensar e se dedicar a se encaixar nessas especificidades do meu trabalho. E o Nando foi um cara ideal”, disse Humberto, no momento em que uma seguidora do blog Rock 80 Brasil, a Luana Paz, enviou uma pergunta sobre como o eterno líder dos Engenheiros do Hawaii conheceu o Nando Peters. Respondido!

E mesmo que o Esteban Tavares tivesse a vantagem de ser super familiarizado com o repertório da carreira musical de Gessinger, Nando se destacou ao tocar ao longo do show as canções “Toda Forma de Poder”, “Todo Mundo É Uma Ilha + Sopa de Letrinhas” e a junção de “Milonga Orientao” com “Longe Demais das Capitais”, além das músicas que contemplavam o set de uma turnê de três anos. De fato, o Nando é dono de uma sensibilidade imensurável.

E os preparativos da turnê Louco Pra Ficar Legal?

Justamente por trazer um novo guitarrista ao trio, perguntei ao Humberto como estavam os ensaios destas últimas apresentações com o disco “Insular” (ao vivo) e com migração à futura turnê Louco Pra Ficar Legal. Dono do humor mais imprevisível possível, disse: “Tem aquela piada entre uma banda americana e uma banda inglesa. Dizem que na banda americana, eles marcam 04 horas de ensaio, ensaiam 03 horas e 45 minutos e conversam em 15 minutos. Já a banda inglesa é o contrário: ensaiam em 15 minutos e durante 03 horas e 45 minutos eles conversam. E a gente conversa meio a meio com o que toca. Eu acho que música é muito mais do que as coisas das notas, é uma coisa de entrar na mesma frequência mental. E a cada ano é mais difícil pra quem vem tocar comigo porque a cada ano, tem um ano de mais história”. 

Entretanto, Gessinger deixou explícito que os ensaios estão sendo bem legais, pois lhe dá a chance de resgatar as ideias sobre as suas novas-velhas canções dessas três décadas dedicadas à música. “Essa mudança de repertório nos obriga a ensaiar bastante – o que é bom pra mim mesmo, porque têm várias ideias que eu tive na época do Minuano para uma canção, como ‘Faz Parte’, que, por exemplo, vou tocar na nova turnê. Então esses ensaios são bons para eu relembrar das minhas ideias, porque quando a gente grava uma música, ela é muito nova pra gente, ela tende a amadurecer. Eu gosto das outras versões das canções dos artistas porque quando a gente grava, ela, geralmente, é quase uma desconhecida: ela ganha nesse negócio de ter um frescor muito grande, mas ela perde pouca familiaridade”. Disse também que cada vez mais gosta de ensaiar e de ficar misturando sons, mas que cada vez menos tem a ansiedade de lançar música nova, então por isso não tem previsão de quando irá lançar um CD solo com músicas inéditas. “Eu tenho algumas coisas novas, mas eu não tenho mais essa ansiedade, o que é bom por que te deixa mais tranquilo para esperar o momento certo – como aconteceu com o disco Insular”.

Um trio que veio lá do sul no palco do Tom Brasil. Foto: Teca Lamboglia
Louco Pra Ficar Legal. Por quê?

“Eu acho que a gente está numa fase muito cerebral, muito superficialmente engajado, e, no fim, nunca ninguém não se diz a verdade. Estamos todos loucos pra ficar legal. E ‘ficar legal’ não é uma coisa completamente objetiva e racional, tem um pouco de loucura nisso – loucura num bom sentido. E tem esse jogo do 'louco' que pode ser entendido como desejo ou irracional”. 

Além de ser uma canção do álbum Surfando Karmas & DNA, Gessinger destacou que “Louco Pra Ficar Legal”, uma de suas músicas preferidas, entrará na nova tour, e disse também como é gratificante ver o público se conectando com o título da nova turnê. “Acho bacana quando as pessoas tomam posse do conceito – por exemplo “Londrina Pra Ficar Legal”. Com o Insular demorou um pouquinho mais. O Insular tinha uma coisa gráfica muito bacana, que é a palavra SUL no meio do título, já o Louco Pra Ficar Legal cai mais na seção dos títulos longos.”

Já a gravação do DVD desta nova turnê que o Humberto mencionou em um texto publicado no BloGessinger, o músico disse que já existem algumas opções de lugares, mas ainda não bateu o martelo, pois a escolha não é muito simples. “Tem o lance do público, da logística. Eu queria fazer uma coisa diferente do Insular (ao vivo), algo mais controlável, mostrar um lado menos expansivo nesta tour. Mas também é uma ideia que eu tive agora, vai depender de tudo como as canções vão soar nos shows”. E mais: “com o tempo, eu aprendi que o grande truque é tu treinar para ficar mais aberto, flexível para sacar os sinais que a vida te manda, não tentar sair com tudo pré-determinado”.

A apresentação na capital paulista foi uma ponte para quem quiser presenciar o show que o trio fará em Pouso Alegre/MG, no próximo dia 18. Neste show, Gessinger classificou como sendo a transição da transição. “Em Pouso Alegre, a gente vai tocar algumas canções da tour nova, mas serão três ou quatro. Porém, vai seguir com o cenário do Insular e grande parte das músicas do Insular. Mas vai ter sim alguma coisa nova aos fãs.”

A retomada da história dos Engenheiros do Hawaii e do Augusto Licks em 2016

Não dava para tocar no assunto futuro sem citar, ao menos, o passado. Durante muito tempo, o Humberto Gessinger liderou a banda Engenheiros do Hawaii que, por sinal, ganhará uma biografia em 2016, assim como também o guitarrista Augusto Licks, que tocou nos Engenheiros entre 1987 e 1993. Sobre a retomada da história dessas respectivas trajetórias, disse: “Eu acho legal que as pessoas se interessem pelo lance que a gente fez e que falem a respeito. Uma biografia nunca é definitiva, então quanto mais gente escrever, mais próximo se chega de onde nunca vai chegar: que é uma visão mais definitiva e certa. A gente sempre se aproxima da história, então quanto mais facetas, melhor.”



Quer ficar louco pra ficar legal na próxima turnê do Humberto Gessinger? Então visite:

http://blogessinger.blogspot.com.br/

Não há dúvidas que o Rock in Rio é um dos festivais de música mais aguardado por tantas gerações. E para comemorar os 30 anos consagrados do evento, em parceria com a Vevo, o Rock in Rio divulgou na última semana, e pelo Youtube, uma seleção de músicas regravadas por ícones da música.

E hoje, nós separamos um vídeo que representa muito bem o Rock 80 Brasil nessa "coletânea": Dado Villa-lobos e Marcelo Bonfá, os lendários da Legião Urbana, cantando "Toda Forma de Poder", dos Engenheiros do Hawaii - originalmente gravada no álbum "Longe Demais das Capitais", de 1986.

Bom, como o nosso negócio aqui é música, chega de papo, né? E bora conferir como ficou essa versão!



Foi em maio de 2014, precisamente na Serra Gaúcha, que o encontro desses dois ícones da música aconteceu. Estamos falando de Humberto Gessinger e Bebeto Alves. Juntos, e com músicos convidados pra lá de especiais - Rafael Bisogno na percussão e Paulinho Goulart no acordeon - que os gaúchos fizeram uma versão acústica consagrada à canção "Milonga Orientao", composta pelos dois. A música é a décima terceira faixa do primeiro álbum ao vivo solo de Humberto Gessinger, intitulado "Insular Ao Vivo".

Chega de papo, né? Bora relembrar este baita encontro! E dale o rock gaúcho!



No último sábado, 10, o músico e eterno líder da banda Engenheiros do Hawaii, Humberto Gessinger, comemorou os seus merecidos 30 anos de carreira em uma única apresentação na capital paulista. 
E, é claro que os correspondentes do Blog Rock 80 Brasil passaram lá no Citibank Hall e conferiram de perto uma noite resumida em três décadas.  


Atravessei a cidade de São Paulo para cobrir um show que comprometia toda a euforia e satisfação desta jovem estudante de jornalismo e redatora de um blog pra lá de aconchegante.
O relógio apontava às sete horas da noite quando eu desci do táxi, em frente à casa de show Citibank Hall, e reparei a fila que já rondava a entrada do espetáculo. Exclamei em minha sã consciência que aquela noite seria, realmente, especial para muitos.

Com um sol de verão que se despedia, alguns fãs me confessavam que estavam na fila desde às sete da manhã. ‘Às sete da manhã, quanto vale a vida?’ – Me interroguei.

Aquela tal ansiedade que saía pelos poros de quem esperava o momento certo, aconteceu: um pouco mais das oito da noite os portões foram abertos do Citibank Hall. Em instantes, a casa já estava lotada. A capital paulista foi testemunha das gerações de fãs que se encontravam cruzando Estados como Belo Horizonte, Rio de Janeiro, Porto Alegre; e outros lugares do país.
Fãs, que não eram nascidos no início da trajetória do Humberto Gessinger, ouviam, atentamente, as histórias dos “veteranos” que disfarçavam a euforia como se estivessem em seu primeiro show da banda.


A paciência se esgotava de uma forma generosa quando as cortinas do Citibank Hall se abriram, pontualmente, às 22h30. Lá estava um homem de uma banda só tentando esconder a timidez numa noite que não cabia dentro de si.

E o show começou com as canções consagradas “Até O Fim”, “Armas Químicas & Poemas”, “Ilex Paraguariensis”; além das composições que complementam o recente trabalho de Gessinger, o Insular, e embalou com “Bora” e “Tudo Está Parado”.

O público não parava de cantar as melodias que eram tocadas com arranjos diferenciados num misto de riffs de guitarras, uma bateria eletrizante  e um teclado cercado de sintonias; e seguiram o baile em “Surfando Karmas & DNA”, “Eu Que Não Amo Você”, “Sua Graça” e mesclou as canções “Insular” com “Ando Só”. Com a noite que seguia, Humberto recitou a canção “Somos Quem Podemos Ser” embarcou com “De Fé”; relembrou os quatro anos com o Pouca Vogal tocando “Voo do Besouro”; e além do hit “Terra de Gigantes”.

A ocasião que prometia a comemoração de uma vida na estrada, também foi contemplada com o lançamento do álbum “Insular Ao Vivo”, gravado em maio de 2014, em Belo Horizonte, e que, no palco do Citibank Hall teve um convidado pra lá de generoso: Paulinho Goulart com o seu acordeon acompanhou o Humberto Gessinger na canção “Milonga Orientao” e a inabalável “A Ponte Para O Dia”.


Com tanto tempo de carreira, Humberto Gessinger retornava às canções do início de sua trajetória até chegar em sua fase atual, e ao lado de Rodrigo Tavares (na guitarra e vocal) e Rafael Bisogno (na bateria e percussão), o trio continuou o show com “Nuvem”, a mistura de baião em “Deserto Freezer”, “3x4”, “Tchau Radar, A Canção” e “Pra Ser Sincero”. E finalizaram com “Dom Quixote” e “Exército de Um Homem Só”.

Ou melhor: “finalizou” não era uma palavra que os fãs queriam ouvir, e na ânsia daquela noite não acabar, o público pedia bis. E o bis dose dupla dos gaúchos vieram com “Dançando No Campo Minado”, “Refrão de Bolero”, a tão esperada “Sampa no Walkman” e a consagrada “Infinita Highway”, junto com o Paulinho Goulart que complementou com a sua “gaita”.

Num show que durou duas horas, Humberto Gessinger apenas tentava reverter aos fãs a sua gratidão por acompanharem nessa trajetória musical. E a data de uma comemoração de uma banda que marcou a história do rock nacional era apenas um pretexto de que o show tem que continuar. De uma forma ou de outra, sempre continuará.


 Quer conferir as fotos deste show concedidas pelo fotógrafo Raphael Prado? Basta clicar AQUI.

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Texto: Ellen Visitário



No Dia Mundial da Luta Contra a Aids, lembrada em todo mundo no dia de hoje, vale lembrar que, infelizmente, perdemos alguns dos nossos roqueiros para essa doença que continua a matar milhares pelo mundo todos os anos e que tem a prevenção como melhor remédio.
Em 1993 a Sociedade Viva Cazuza, da Lucinha Araújo, mãe de Cazuza, produziu a campanha "Isso é Amor", criada por Ana Arantes e Bineco Marinho, que teve objetivo reunir artistas para alertar sobre os perigos da Aids e as formas de prevenir. Participaram: Ângela Ro Ro, Ângela Maria, Alcione, Branco Mello, Cássia Eller Chico Buarque, Elba Ramalho, Elymar Santos, Emilio Santiago, Humberto Gessinger, Leandro e Leonardo, Marina Lima, Martinho da Vila, Ney Matogrosso, Nelson Gonçalves, Roberto Frejat, Tom Jobim e Wanderlea. A música tema da campanha foi "Amor Quente", uma composição de Cazuza e de Humberto Gessinger, mas essa música tem outra composição.
A primeira versão surgiu da ideia de Gilberto Braga para sua novela "O Dono do Mundo", de 1991, exibida na Rede Globo. Gilberto pediu para Lucinha Araújo uma letra inédita de Cazuza. Para ser musicada para a novela, foi convidado o músico Renato Ladeira, o mesmo parceiro de Cazuza na música "Faz Parte do Meu Show". Ela foi gravada por Lela Badaró, cantora indicada pelo diretor Dênis Carvalho. Nessa versão consta como compositores Cazuza e Renato Ladeira.
Com a campanha "Isso é Amor", Humberto Gessinger fez uma outra música para a letra "Amor Quente" de Cazuza. Nessa versão consta como compositores Cazuza e Humberto Gessinger. Vamos então conferir as duas versões.
  
Por Fabricio Mazocco

Já está indo para o forno (ou melhor para a fábrica) o DVD inSULar ao Vivo do Humberto Gessinger. Segundo o próprio, em 30 dias mais ou menos, os fãs  poderão conferir esse novo trabalho.
O DVD é dividido em duas partes. Em uma delas está o show da turnê inSULar registrado em Belo Horizonte no dia 30 de maio, tendo no palco, além de Gessinger, Rodrigo Tavares e Rafael Bisogno. A outra parte é um set acústico, em que Gessinger recebe as visitas mais que especiais de Luis Borges, Duca Leindecker e Bebeto Alves.
Em entrevista exclusiva ao blog Rock 80 Brasil, Humberto Gessinger fala um pouco sobre esse novo trabalho. Vamos conferir:

O que diferencia o Insular em BH dos outros registros ao vivo feito tanto pelos Engenheiros do Hawaii como Pouca Vogal?
Gessinger: A proposta do "inSULar ao Vivo" já é, de início, mais abrangente por não se tratar apenas do registro de um show. Há 5 canções gravadas na serra gaúcha num set acústico, com convidados. Também na instrumentação e na escolha do repertório me parece que este projeto resume minha trajetória de forma mais ampla.

Como você disse, além do show ao vivo, há gravações acústicas com convidados. Como harmonizar esses dois ambientes tão diferentes?
Gessinger: Sempre pensei no "inSULar ao Vivo" como se fosse um filme, com uma linha conduzindo as canções. E com transições entre cenas (mudança de locação, papo, sequência de músicas) que enriquecessem a experiência.  Não foi fácil, mas acho que conseguimos. Estou muito satisfeito com a fluidez do DVD.

O DVD foi gravado um ano após o lançamento do CD Insular. O tempo foi suficiente para o amadurecimento das novas canções na estrada?
Gessinger: Ah, sem dúvida. Nesse sentido foi bom termos caído na estrada mesmo antes de lançarmos o disco. Nos deu mais tempo. Para as músicas gravadas na serra gaúcha o plano era outro, fazer de forma mais intimista e livre. Dar ao espectador a sensação de que ele está espiando sem ser notado; em contraste com o set ao vivo em BH, onde o público é uma parte importante da performance.

E como essas novas músicas dialogam com as antigas?
Gessinger: Esse é o segredo do "inSULar ao Vivo". Só vendo pra sacar. Descrever com palavras não daria conta.

Com o lançamento do DVD quais os próximos passos do Humberto Gessinger?
Gessinger: Ao menos dois anos na estrada com o "inSULar ao Vivo".

Em janeiro de 2015 os Engenheiros do Hawaii completam 30 anos. Algum plano para comemorar a data?
Gessinger: Espero estar fazendo show. E será muito especial. A melhor comemoração possível é seguir em frente. Por isso não quero me desviar da tour do "inSULar ao Vivo".



















Hoje o RockClipe veio lá do Sul do país. E quem pegou carona foi o Humberto Gessinger em "Sua Graça". O vídeo clipe que teve como produção artística do próprio músico,  conta também com as ilustrações de Fernando Gil, além das imagens feitas por Glaucio Ayala e a coordenação de produção de Rodrigo Motta. Já a música é a segunda faixa do primeiro álbum de estúdio do gaúcho de uma banda só, o Insular, lançado em 2013; e o vídeo clipe é apenas a demonstração das diversas fases (de cabelo, instrumentos, gestos) que o compositor-cantor-escritor-multi-instrumentista  teve (tem!) nesses longos anos de arte-ofício.
Simbora relembrar?

























Inexplicável. Essa foi uma das palavras que tantos pronunciaram após o encerramento do show de estréia do novo álbum de inéditas do Humberto Gessinger, o Insular. Pois foi na última sexta-feira, 21, que os paulistas puderam sentir ao vivo e a cores a energia e a alma do líder de uma das bandas que marcaram a geração do rock nacional anos oitenta. E sabe qual é a melhor parte? O Blog Rock 80 Brasil passou por lá e viu de pertinho toda essa euforia e nostalgia!
Por volta das 22h30 subiam ao palco do HSBC Brasil Humberto Gessinger, Rodrigo Tavares e Rafael Bisogno e logo de início foi uma viagem no túnel do tempo, pois os gaúchos de uma banda só começaram a noite cantando Sampa no Walkman. Baita viagem!
Em seguida embalou com Tudo Está Parado, Toda Forma de Ser, Até O Fim, Armas Químicas e Poemas, Pose e Bora.
Nem os músicos e muito menos os fãs conseguiam conter a emoção de presenciar um show daquele. E ó: era só o começo! 
Contemplando os vários sucessos da lendária banda Engenheiros do Hawaii, os músicos daquela noite engataram com Surfando Karmas & DNA e Eu Que Não Amo Você. E numa sintonia incrível, Gessinger ligou as canções Insular e Ando Só.
A estréia do disco "Insular" foi levada com a canção Sua Graça na sequência, e A Ponte Para O Dia. A carona ao túnel do tempo não parou por aqui, afinal, A Revolta dos Dândis fez  com que o público cantasse junto e com mais intensidade naquele início de show.
Um mergulho essencial foi para os hits que consagraram a trajetória do Humberto Gessinger, pois desta forma, as canções Somos Quem Podemos Ser, De Fé e Terra de Gigantes não ficaram de fora de um setlist totalmente nostálgico e especial.
E você acha que encerramos por aqui! Náh (como dizem os gaúchos)! Os caras que não paravam sequer um minuto continuaram a deixar àquela noite especial com as canções Piano Bar, Essas Vidas da Gente, 3x4, Tchau Radar, A Canção e Pra Ser Sincero – que por sinal, recebeu aquele inconfundível coro de vozes dos fãs que não conseguiam segurar a emoção.
E o que dizer quando o Humberto Gessinger deu um pulo em 1990 e cantou Exército de Um Homem Só? Delírios e elogios foram anunciados no meio da platéia! E não tinha como não cantar junto!
Já as canções Dom Quixote e Refrão de Bolero também não ficaram de fora dessa!
E os agradecimentos não poderiam ter sido os melhores, pois foi no bis que o Humberto Gessinger acompanhado com o guitarrista Rodrigo Tavares e com o baterista Rafael Bisogno tocaram com A Violência Travestida Faz Seu Trottoir. E se despediram em grande estilo com Infinita Highway com um convidado especial: Glaucio Ayala dominado a bateria com as suas baquetas!
Sim, a noite foi pouca para descrever o quanto esta estréia Insular foi surreal! E o quanto os fãs de outros carnavais com outras fantasias puderam presenciar uma noite tão fantástica ao lado de um cara que largou a faculdade para tirar onda com uns guris.
A onda deu certo! E o Insular é só o começo desse trio! Podem apostar!


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Cobertura: Ellen Visitário
Foto: Iris Alves

Além das letras que formam o gênero Rock 80 Brasil, há vários encontros memoráveis com os ícones desta época. E hoje o encontro é com o Biquini Cavadão e Humberto Gessinger.
O lugar marcado para este encontro foi no Pop Rock, no ano de 2001, em Belo Horizonte que o Biquini Cavadão convidou o líder dos Engenheiros do Hawaii, Humberto Gessinger, e cantaram Toda Forma de Poder juntos.
A letra foi composta pelo próprio Humberto, e é a primeira faixa do primeiro disco da banda gaúcha, o Longe Demais das Capitais, lançado em 1986.
Já que Fidel e Pinochet tiram sarro de você que não faz nada, vamos fazer algo por eles! Simbora conferir este baita encontro dos caras que falam por nós diante de suas composições!





Último dia de dezembro! Último dia do ano! Tempo de reflexão, penetrar o que foi bom e o que ruim neste ano de 2013 que já está se despedindo! Agradecer também aos nossos roqueiros do Rock 80 Brasil que não pararam sequer um minuto para nos alegrar e satisfazer com vossos shows, melodias e novos-velhos discos.
E é nessa sintonia que a equipe do Blog Rock 80 Brasil se despede do ano quase velho com os versos de Humberto Gessinger, pois o gaúcho de uma banda só fez uma versão de Em Paz para que possamos receber o ano de 2014 de braços abertos.
Então simbora chacoalhar a poeira que o ano de 2013 está deixando debaixo do tapete e dar um player no vídeo logo abaixo!

Que venha em paz
o ano que vem
Que venha em paz
o que o futuro trouxer




Nos encontraremos em 2014!
Abraços!


Ele é gaúcho, compositor, multi instrumentista e dono de uma voz inconfundível, estamos falando de Humberto Gessinger.
Já não é segredo pra ninguém que o músico está seguindo carreira solo com o seu mais novo disco Insular, acompanhado pelo guitarrista Rodrigo Tavares e pelo baterista Rafael Bisogno.
E para comemorar esta nova fase e iniciar o ano 2014 com o pé direito, o cara de uma banda só fará uma twitcam no dia 11 de janeiro, ás 21h, estreando o vídeo clipe Sua Graça e tocando na íntegra as canções do Insular.
E sabe qual a melhor parte? O Blog Rock 80 Brasil fará aquele singelo bate-papo com o Humberto Gessinger após a twitcam, e de quebra o pessoal de fé e de casa poderá participar!
Como? É simples!
Basta enviar a sua pergunta para o contato: blogrock80brasil@gmail.com (assunto: Pergunte ao HG), com o nome completo, localidade, e um e-mail de contato.
Receberemos as perguntas até a data 10/01/14, às 18h. Selecionaremos as melhores perguntas e enviaremos ao Sr Gessinger. E para enviar a sua pergunta, o participante terá que ser um seguidor do @BlogBRock80 no twitter e no facebook (https://www.facebook.com/BlogRock80Brasil).
Viu como é simples? Então não fique de fora dessa, afinal, o Humberto Gessinger poderá responder a sua pergunta ao vivo e a cores!

PARTICIPE!

*Dúvidas? Entre em contato com um dos moderadores: @fabriciomazocco e @EllenRodrigues_ ou pelo facebook




Na noite de ontem (22), o inconfundível Humberto Gessinger deu um pulo no túnel do tempo e tocou na íntegra o disco "A Revolta dos Dândis", no programa Álbuns Clássicos da Mix TV. As onze faixas do segundo disco oficial dos Engenheiros do Hawaii vieram á tona e fizeram com que aqueles fãs presentes pudessem reviver o ano de 1987. E é claro que os nossos correspondentes do Blog Rock 80 Brasil pegaram uma carona nesta imensa viagem!
Além do Humberto Gessinger liderar no vocal, baixo, gaita e acordeon, estavam presentes no palco o Rodrigo Tavares nas guitarras e voz, e o percussionista e baterista Rafael Bisogno para contribuírem com vossos talentos às canções. E fizeram jus a um dos melhores discos dos Engenheiros do Hawaii.
A gravação do programa foi iniciada às 20h30, no Teatro da Mix em São Paulo, e com apresentação da Rafa Brites. Os "Engenheiros do Hawaii" daquela noite cantaram faixa a faixa do álbum, e deram novos arranjos e sintonias em algumas faixas. Já os hits mais consagrados como Terra de Gigantes, Infinita Highway e Refrão de Bolero ganharam coros de vozes dos fãs que não paravam de cantar. Mas os "lados Bs", como as canções A Revolta dos Dândis I e II, FGCA, Além dos AutDoors, Vozes, Quem Tem Pressa Não Se Interessa, Desde Aquele Dia e Guardas da Fronteira não ficaram para trás, pois os gaúchos abrilhantaram as canções de forma única. 
A cada duas canções tocadas, a apresentadora fazia pequenas entrevistas com os músicos, e as declarações que o Humberto Gessinger relatava sobre o disco e as gravações do mesmo só aumentavam a euforia e a curiosidade de todos. Gessinger relembrou das composições que tinha desde sempre, como por exemplo trechos da música "Infinita Highway". Relembrou também, e com muito carinho, os companheiros que fizeram parte da gravação do álbum "A Revolta dos Dândis", Augusto Licks e Carlos Maltz. Além de ter dito que algumas canções daquele disco nunca foram tocadas ao vivo, e que estava sendo uma experiência incrível para todos.
No bate-papo astral a cada intervalo com a Rafa Brites, Tavares e Rafael comentaram sobre as experiências que estão tendo ao tocar ao lado de Humberto Gessinger; justificaram também que estão ali para fazer parte de uma das maiores bandas do rock nacional anos oitenta sem deixar a forma e essência que a banda destacou por tanto tempo na estrada; e ambos concluíram que jamais deixariam a alma dos Engenheiros do Hawaii ficar de "escanteio".
Era incrível como o Humberto Gessinger se sentia em casa desde 1987 naquele palco. Alguns erros de gravação deram graças e altas risadas com o público, além de hipnotizar os fãs de carteirinhas com batidas, arranjos e efeitos sonoros.
Após a gravação do programa, os fãs proclamavam timidamente por mais um bis. E é claro que os gaúchos atenderam, pois encerraram a noite cantando Dom Quixote e uma canção do novo disco de Humberto Gessinger, Bora, do Insular.
A noite foi pouca para conter tanta emoção, tanto do público quanto dos músicos. Todos mergulhados em 1987 numa única data. A data que deixaram todos anestesiados de nostalgia, lembranças e música!

Aaah! E quer saber quando será transmitido o programa Álbuns Clássicos da Mix TV?
Se liga na programação!

06/11/13, quarta-feira, às 21h - Rádio Mix.
(Reprise: 10/11/13, domingo, às 20h)
16/11/13, sábado, 22h - Mix TV.

Não perca!

Já aproveitando o embalo, confira as fotos da gravação deste programa, concedidas pelo nosso fotógrafo Raphael Prado, clicando AQUI!


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Cobertura: Ellen Visitário. 


Dizem por aí que depois da saída de Augusto Licks e Carlos Maltz, os Engenheiros do Hawaii sempre foi Humberto Gessinger. Discussões à parte, foi em 1996 que Humberto foi para um projeto paralelo aos Engenheiros.
Enquanto o grupo, com a formação Gessinger, Maltz, Ricardo, Casarim e Deluqui fazia a turnê do "Simples de Coração", de 1995, Gessinger se reunia com Adal Fonseca e Luciano Granja e montava a banda "33 Espadas", um projeto "sem inteção de vir ao público", dizia Gessinger, mas não foi o que aconteceu.
Em 1996, este projeto recebeu outro nome e foi lançado como "Humberto Gessinger Trio". O nome foi um modo de manter a questão da banda (trio), com destaque ao nome do líder da banda. Lá estão canções que entraram no repertório dos Engenheiros do Hawaii, principalmente no Acústico MTV, de 2004, como "O Preço", "Vida Real" e "De Fé". Destaque também para "Causas Mortis", que fez parte do set list do primeiro show dos Engenheiros do Hawaii, naquele 11 de janeiro de 1985. Este disco é raridade entre os fãs!!


 


No último sábado de setembro, 28, a mais nova Livraria Cultura do Shopping Iguatemi, localizada em São Paulo, recebeu de braços abertos o músico e escritor, Humberto Gessinger.
O sábado que se iniciou com um céu nublado fez com que os paulistas madrugassem na porta do shopping, pois às 10h00 da manhã já tinham fãs do gaúcho esperando ansiosamente. 
Assim que o relógio bateu meio dia, foram distribuídas 250 senhas aos presentes e a sessão de autógrafos começaria às 15h00. E assim foi feito!
Pontualmente, às 15h00 da tarde o escritor começou a receber os fãs numa sala espaçosa. E em menos de uma hora de lançamento, esgotaram todos os exemplares "Seis Segundos de Atenção" e ainda por sorte, haviam alguns discos "Insular" disponíveis na Livraria Cultura.
Foram mais de 250 admiradores que saudaram o Humberto Gessinger naquela tarde. Com um jeito tímido, mas muito afeto, Gessinger ficou mais de três horas retribuindo o carinho dos fãs através de autógrafos, fotos e sorrisos. E é claro que os correspondentes do Blog Rock 80 Brasil passaram por lá e afirmam que, nem o tempo nublado da cidade de pedra fez com que a tarde de autógrafos desanimasse a ocasião.

O Seis Segundos de Atenção é o quinto livro de autoria de Humberto Gessinger, e lançado pela Editora Belas Letras. Já o mais novo disco de inéditas, Insular, é o vigésimo álbum consagrado na trajetória do músico que contam com participações especiais de Bebeto Alves, Luis Carlos Borges, Frank Solari, Nico Nicolaiewsky, além de Rodrigo Tavares e Rafael Bisogno que seguem estrada com o HG.

Quer garantir as mais novas obras do gaúcho de uma banda só? Passa lá na Stereophonica que você não se arrependerá! E para você não perder as datas de shows e sessões de autógrafos é só dar um clique no BloGessinger!

Já as fotos deste lançamento em São Paulo, concedidas pelo nosso fotógrafo Raphael Prado, você pode conferir clicando AQUI!

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Cobertura: Ellen Visitário

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Humberto Gessinger dos Engenheiros do Hawaii já foi chamado de paquita, Xuxa, Vanusa, Paula Toller e outros nomes. Tudo por causa da sua cabeleira loura que acumula "artisticamente" desde o "Revolta dos Dandis" (na época uma franja - depois cortou, cresceu de novo, cortou, cresceu de novo e assim por diante).
Também foi chamado de Cristo quando juntou cabeleira e barba. Ele levou a sério o "apelido" na gravação do clip "Eu que não amo você", do álbum "Tchau Radar" (1999). As imagens de Gessinger no personagem Cristo foram feitas para o clip, porém não foram incluídas na edição. Mas fica a imagem de um Gessinger "quase" crucificado.

Hoje é comum encontrarmos nossos roqueiros dos anos 80 cantando e tocando juntos. Mas isso, na década de 80, não era regra e sim exceção. Muitos deles nem podiam se ver e trocavam farpas, como aconteceu com as bandas gaúchas Nenhum de Nós e Engenheiros do Hawaii.
Lá no final da década de 80 e início da 90 um e outro mandavam mensagens nada agradáveis pela imprensa. Certa vez o Nenhum de Nós chegou a dizer que nunca faria uma música rimando Ana com bacana, em referência à "Refrão de Bolero". E assim vai.
Em 2006 Humberto Gessinger e Nenhum de Nós parece que se entenderam e na apresentação do Nenhum de Nós no Planeta Atlântida, Gessinger subiu no palco e cantou quatro músicas com Thedy. Neste dia foi explicado o motivo da briga entre eles: "Brigávamos pelo mesmo namorado", brincou Gessinger.
Alguns (ou muitos) fãs do Engenheiros do Hawaii não tiveram uma boa terça de carnaval. Isso porque Rodrigo Tavares, da banda Fresno, disse no twitter que tem três planos para este ano e um deles é ser guitarrista dos Engenheiros do Hawaii (depois ele disse ser uma brincadeira). Verdade, brincadeira ou apenas um plano, o fato é que os fãs já mostraram sua reação contrária. De qualquer forma, você sabia que os Engenheiros do Hawaii foi o grupo do BRock que mais mudou de formação?
O grupo foi formado para tocar apenas uma noite (11/01/1985) com a formação Humberto Gessinger, Carlos Maltz, Marcelo Pitz e Carlos Stein. Logo depois Stein sai e o trio grava o primeiro disco "Longe demais das capitais" (1986). Sai Pitz e entra Augusto Licks, que na banda grava 7 discos. Nesta época o grupo vive seu auge. Sai Licks. Entra Ricardo Horn, depois Fernando Deluqui e Paolo Casarin e gravam o "Simples de Coração" (1995). Humberto grava o "Gessinger Trio" (1996) com Luciano Granja e Adal Fonseca. Entra Lúcio Dorfman e como Engenheiros do Hawaii gravam três discos. Saem os três e entram Bernardo Fonseca, Paulo Galvão e Gláucio Ayala e gravam três discos. Entra Fernando Aranha e gravam o "Acústico MTV" (2004). Sai Galvão, entra Pedro Augusto e a banda grava o "Novos Horizontes" (2007). Nos últimos shows do grupo Bernardo está fora. Ufa...! Aqui não foram incluídos aqueles que fizeram participação apenas na gravação, como por exemplo, Humberto Barros. Sendo assim, já passaram pelo grupo nada mais nada menos que 16 pessoas.
Gessinger promete voltar com Engenheiros do Hawaii em 2012. Qual será a formação??

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