Rock 80 Brasil
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Na última terça-feira, 16, o músico Humberto Gessinger lançou, por meio do Portal UOL, o clipe da versão acústica de "Faz Parte" - canção gravada originalmente no álbum "Minuano" (1997), dos Engenheiros do Hawaii.

Gravado no estúdio do Rio de Janeiro e com produção musical de Rafael Ramos, o clipe traz o músico em cenas divididas no piano, na gaita e no violão. E, além de ser uma versão singela, Gessinger contou ao UOL a importância de resgatar canções da sua trajetória.

"Queria tocar algumas músicas que passaram batido quando foram lançadas, o que costumam chamar de 'lado B', mas que ainda fazem sentido para mim", relata o multi-instrumentista. Confira a entrevista completa AQUI.

Já o vídeo clipe, logo abaixo:



O Rock 80 Brasil acordou hoje com uma notícia que pegou os fãs do BRock desprevenidos. Paulo Miklos deixa a banda por motivos pessoais e para se dedicar a projetos individuais. Mesmo com sua saída, os Titãs, agora com Branco Mello, Sérgio Brito e Tony Bellotto, anunciaram também que continuam na estrada e prontos para novos projetos que venham a surgir. Para acompanhar a banda foi convidado o guitarrista Beto Lee, filho da Rita Lee e do maridão Roberto de Carvalho.
Os Titãs vêm de um histórico de uma banda numerosa, mas que com o tempo foi sofrendo baixas. A primeira foi em 1984, antes mesmo do lançamento do primeiro disco, quando o grupo tinha 9 integrantes, com a saída de Ciro Pessoa. Na virada deste ano para 1985, Andre Jung (que depois iria para o Ira!) é mandado para fora da banda e no seu lugar entra Charles Gavin. Em 1992 Arnaldo Antunes deixa a banda; em 2001 Marcelo Fromer morre em um atropelamento; em 2002 Nando Reis deixa a banda; em 2010 é a vez de Charles Gavin (Mário Fabre assume as baquetas); e agora em 2016, Paulo Miklos. 
Se por um lado a banda sofreu as baixas, por outro o Rock Brasil ganhou mais peso, pois todos continuaram a se dedicar a projetos na área de música. 
O blog Rock 80 Brasil deseja ainda mais sucesso para os Titãs e para a carreira solo de Paulo Miklos.
Segue o comunicado oficial divulgado pela banda no seu Facebook:

"Os Titãs informam que Paulo Miklos se desliga da banda, por decisão pessoal, para se dedicar a projetos individuais.

Branco Mello, Sergio Britto e Tony Bellotto prosseguem como Titãs, com o apoio da gravadora Som Livre e de seu imenso público, honrando compromissos assumidos e outros que venham a surgir, fazendo shows com as canções que imortalizaram o grupo e criando novas músicas e projetos.

O guitarrista Beto Lee se junta ao baterista Mário Fabre na dupla de músicos especialíssimos que acompanharão os Titãs de agora em diante, nessa nova geração.

Os Titãs, ao longo de 34 anos de uma carreira exitosa, experimentaram várias formações sempre preservando a essência e o vigor de suas canções. Como um organismo coletivo que suplanta as individualidades que o compõem, os Titãs seguem determinados, impulsionados por inquietação e ambição artística, e orgulho das glórias conquistadas."
 

Foto acima: Silmara Ciuffa



Nesta noite de domingo o céu ganhou mais uma estrela na constelação rock n' roll. O camaleão do rock David Bowie morreu aos 69 anos (completados na últimas sexta-feira), vítima de câncer. Bowie foi, é e sempre será uma inspiração no universo rock. No nosso Rock 80 Brasil, Bowie foi imortalizado com uma versão do grupo gaúcho Nenhum de Nós.
Depois do sucesso de “Camila, Camila” que estava no primeiro disco (1987) do grupo, os gaúchos do Nenhum de Nós entrariam ainda mais forte no cenário do BRock com seu segundo disco “Cardume” (1989). Um dos motores do sucesso foi a regravação da música “Starman”, de David Bowie, que ganhou o nome de “Astronauta de Mármore”
Os próprios gaúchos explicaram que gravaram a música em homenagem a David Bowie. Eles contam que a letra traduzida por eles fala de um personagem criado por Bowie em 1969, o Major Ton, um astronauta. A música original “Starman” não fala do Major, mas o Nenhum de Nós conta como o Major superou o problema das drogas. “A nossa letra faz alusões poéticas à droga e seu uso e este caminho de redenção que o Major Tom encontrou”, explica a banda. Vamos conferir as duas versões!!


Foto: Jocelito Camargo

Na última terça-feira, 15, o músico Duca Leindecker divulgou mais uma faixa do seu novo álbum, Plano Aberto, na internet. A canção escolhida é "Certeiro", carro-chefe que abre o show, gravado em novembro do ano passado, em Porto Alegre/RS.

Porém, essa não foi a única oportunidade que os fãs do gaúcho tiveram para bisbilhotar o mais recente álbum de Duca Leindecker. Em julho, Leindecker, em parceria com Estação Filmes, já divulgara algumas faixas no Youtube: "Vício", "Girassóis" e "Brutalidade e sol".

Mas se os fãs quiserem conferir na íntegra como ficou esse baita registro musical, basta acessar o site da loja oficial do cantor, a Stereophonica, e garantir o seu "Plano Aberto" ao vivo e a cores, que por sinal, registra em um show épico as fases do Duca na banda Cidadão Quem; no Pouca Vogal; e agora na sua fase atual com carreira solo.

E, é claro que o Duca já está na estrada com a turnê, então para os fãs ficaram por dentro das datas e novidades, acessem: http://www.ducaleindecker.com.br/ 
Vale a pena!



O tempo passa. Parece que o ano de 1985 foi ontem... e já faz 30 anos que foi 1985. Esse ano pode ser considerado um marco para o Rock 80 Brasil. Um dos principais fatos foi o Rock in Rio, que mostrou que o Brasil tinha/tem muito rock, sim senhor! Muitas bandas lançaram o primeiro disco em 1985, como foi o caso da Legião Urbana; outras fizeram sua primeira apresentação nesse mesmo ano, como aconteceu com os Engenheiros do Hawaii; e outras passaram por turbulências, e aqui está o Barão Vermelho.
Algumas versões envolvem a saída de Cazuza da Barão Vermelho. O ano é 1985 e a banda vivia seu auge com três discos gravados e uma apresentação memorável no Rock in Rio. Mesmo com todo sucesso a banda vivia uma fase de desgaste com o vocalista Cazuza, principalmente pelos seus excessos.
Cazuza já havia manifestado seu desejo de ter um trabalho autoral. A vontade tinha o apoio do parceiro nas composições, Frejat, mas com a ressalva de que continuasse na banda.
Conta-se então que foi em um show na cidade de Santos que Cazuza anunciou, para surpresa de todos e da própria banda, que estava saindo do grupo. Entre um bis e outro, não teve dúvida, a banda trancou a porta de acesso ao palco e continuou o show sem o vocalista. No livro "Só as mães são felizes", a mãe do Cazuza conta que o grande final da banda foi em Curitiba.
No filme "Cazuza - O Tempo Não Pára", a saída se dá na mesa de reuniões da gravadora, em uma reunião entre o grupo e o produtor Ezequiel Neves. Ali é Cazuza quem toma a decisão. No livro do Lobão este conta que assim que foi "expulso" do grupo "Lobão e os Ronaldos" encontrou em um bar Cazuza, que contou-lhe que também havia sido expulso do Barão Vermelho. Dapieve conta que o racha se deu na porta da Som Livre. Frejat detalha este encontro. Segundo ele estava tudo pronto para a gravação do disco. Quando a banda chegou no prédio onde seria feitas as gravações Cazuza estava na porta e disse que estava saindo da banda.
O fato é que ambos ganharam: Cazuza se destacou como cantor solo, incluindo outros ritmos em suas canções; e o Barão Vermelho seguiu como uma grande banda liderada pelo Frejat. Ah, e o BRock também ganhou!

São quase 30 anos de estrada, e os caras não param! Consagraram-se com o hit "Camila, Camila", lá em 1987, distorceram e reinventaram o rock gaúcho durante a trajetória musical. Pelo jeito, vocês já descobriram de quem estamos falando, certo? São os caras do Nenhum de Nós! Que aliás, estrearam  há alguns dias um disco cheio de regalias e sentimentos.

"Sempre é hoje", além de ser o 17° disco da banda gaúcha, foi gravado pela Deckdisc, contém dez faixas inéditas - duas têm as participações especiais de Roberta Campos e de Fábio Cascadura - e o carro chefe desse lançamento é a música "Milagre". Mas, além desse resumo técnico, "Sempre é hoje" resgata as boas sensações e trilha as sublimes fases da vida com as letras inéditas compostas pelo grupo.

Quer saber como ficou esse disco? Então aproveita que, além de estar disponível nas plataformas digitais, dá para ouvi-lo na íntegra no site oficial da banda: http://nenhumdenos.com.br/ - E só para ressaltar: no site, dá para saber sobre os bastidores da gravação, ver fotos da banda, bisbilhotar o making-of e mais uma porrada de conteúdo.

Quer mais ainda? Então se liga no clipe oficial que os caras fizeram para o hit "Milagre". E conta depois pra gente o que vocês acharam!





Nesta terça-feira o empresário Roberto Medina anunciou uma justa homenagem ao rock brasileiro na abertura do Rock in Rio deste ano. Comemorando os 30 do festival que mudou a cara do rock no Brasil, a intenção é fazer um resgate do rock brazuca que passou nas edições desde 1985.
Para a abertura estarão juntos no mesmo palco um time mais que especial. Estão confirmados nomes como Palaramas do Sucesso, Titãs, Blitz, Samuel e Aroldo (Skank), Andreas (Sepultura), George Israel (Kid Abelha), Ney Matogrosso, Frejat, Dinho (Capital Inicial), Rogério Flausino (Jota Quest) e Erasmos Carlos. 
Esse time irá tocar músicas que já foram sucessos no festival como "Você Não Soube Me Amar", da Blitz e "Primeiro Erros", do Kiko Zambianchi. Agora é esperar a venda de ingressos que deve começar em abril.


O Rock 80 Brasil acordou mais triste na manhã de ontem (22). Foi encontrado morto em um hotel na cidade de Guarujá, vítima de um infarto, o ex-baixista da Legião Urbana Renato da Silva Rocha, conhecido como Negrete.
Rocha, que tinha 53 anos, era da turma dos jovens punks de Brasília. Antes da Legião tocou nas bandas Gestapo, Hosbond Kama e Dents Kents. Não fez parte da formação inicial da banda, que era formada por Renato Russo, Dado Villa-Lobos e Marcelo Bonfá. A Legião Urbana foi criada em 1982 após o fim do Aborto Elétrico.
Já com contrato assinado com a EMI para o primeiro disco, Renato Russo, que tocava baixo, cortou os pulsos e assim Renato Rocha, amigo do Marcelo Bonfá, é chamado para integrar o grupo e permanece na Legião nos três primeiros discos: "Legião Urbana" (1985), "Dois" (1986) e "Que País é Este?" (1987). Chegou a participar inicialmente do disco "As Quatro Estações" (1989), mas foi expulso da banda antes das gravações finais. Segundo depoimentos na época, Rocha "parecia não estar mais a fim da banda" e faltava de ensaios e de apresentações.
No primeiro disco da Legião Urbana (1985) Renato Rocha participou do arranjo de "A Dança". No "Dois" (1986) participou da composição de "Daniel na Cova dos Leões", "Quase Sem Querer", "Acrilic on Canvas" e "Plantas Embaixo do Aquário". No "Que Pais é Este" (1987) assinou a composição de "Mais do Mesmo" e "Angra dos Reis".
Em 2012 uma reportagem do "Domingo Espetacular", da TV Record, mostrou o ex-baixista da Legião como morador de rua, o que causou trocas de insultos e acusações, envolvendo principalmente os ex-colegas da banda Dado e Bonfá. Giuliano Manfredini, filho de Renato Russo passou a apoiá-lo. Ele também participou do Tributo a Renato Russo, em 2013.
 
 
 
No dia 14 de janeiro de 1995, Renato Russo, Marcelo Bonfá, Dado Villa-Lobos e músicos acompanhantes subiam no palco da casa de shows Reggae Night, em Santos (SP) para mais um show. Seria realmente "mais um show" se não fosse o último da Legião Urbana com Renato Russo à frente do grupo. Foi o último palco que Renato pisou junto com seus colegas da Legião.
O grupo vinha da turnê do álbum "O Descobrimento do Brasil", lançado em 1993. No set list do show músicas do álbum como "Perfeição", "Vinte e Nove" e "Os Barcos" e antigos sucesso, entre eles "Será" (que abre o show), "Tempo Perdido" e "Pais e Filhos".
No ano seguinte a Legião, com Renato Russo, ainda lançaria "A Tempestade", porém o grupo não fez shows desse álbum em razão da saúde de Russo, que morreu em outubro de 1996. Vamos conferir abaixo o último show da Legião com Renato Russo.




Lembro de estar em casa quando algum amigo chegou e disse que havia visto na televisão que Cássia Eller, nossa estrela do rock 80/90 acabara de morrer. Era o ano de 2001. Um outro já fazia sua sentença: "deve ser droga". E era o que alguns órgãos de imprensa apressados diziam. E realmente isso não importa. O que importa é que Cássia marcou nosso rock brasileiro.
Já falamos um pouco da história da Cássia na postagem do dia 10 de dezembro, data em que ela completaria 52 anos de idade. Aqui nossa intenção é lembrar da data em que Cássia nos deixou e sua importância no nosso rock brasileiro.
No final da década de 80 o rock brasileiro não tinha mais tanto espaço na mídia. Muitos grupos já haviam sumido, outros não existiam mais e outros ainda estavam por aí, mas a crítica caia em cima quando lançavam novos trabalhos.
No lado da MPB começavam a surgir novas vozes, entre elas Marisa Monte e Cássia Eller. Mesmo rotuladas como "MPB", ambas já mostraram desde o início ligação com o rock anos 80. Se Marisa já gravava no primeiro disco 'Comida" dos Titãs, Cássia Eller aparecia na mídia com o 'Por Enquanto" da Legião Urbana. Cássia, a cada disco, se aproximava mais da geração Rock 80 Brasil. Gravou Cazuza, Renato Russo e teve Nando Reis como um dos principais parceiros. É de Cazuza e Frejat a "Malandragem", cuja história já contamos aqui, mas que vale a pena rever este clipe no dia de hoje.



Se estivesse viva, Cássia Eller completaria hoje 52 anos de idade. Cássia nos deixou no dia 29 de dezembro de2011, época em que vivia um dos melhores momentos de sua carreira musical.
Cássia lançou seu primeiro disco em 1990, mas Cássia tem mais de um pé e meio no Rock 80 Brasil. E não tem como negar. Desde os 14 anos, quando começou a tocar violão, Cássia vislumbrava ser uma cantora de reconhecimento nacional. Morou em várias cidades e em todas elas tocava e cantava nos barzinhos (também trabalhou em outras profissões, inclusive foi servente de pedreiro).
A grande chance aconteceu ainda nos anos 80, em 1989 para ser mais exato, quando, com o apoio de um tio, o Wanderson, gravou de forma bem simples algumas músicas. Entre elas estava "Por Enquanto", da Legião Urbana. O tio entregou para o produtor Mayrton Bahia, na Polygran, que horas depois entrou em contato e logo já estava fechado um contrato para três discos. E que essa estrela continue a brilhar sempre! 
 


Quando foi lançado o primeiro disco do Barão Vermelho, no dia 27 de setembro de 1982, mal sabiam os meninos Cazuza, Frejat, Dé, Maurício e Guto o quanto eles estavam mexendo em um cenário musical regado a MPB. Ali os novos jovens mostraram que no Brasil também estava por vir uma nova geração de roqueiros mesmo.
E tudo isso ficou claro no lançamento oficial do disco, que ocorreu exatamente a 32 anos, ou seja, no dia 4 de dezembro de 1982. O show ocorreu no Circo Voador, no Arcos da Lapa do Rio de Janeiro, e o ingresso custou 1 mil cruzeiros, ou como a moçada falava na época, 1 Barão. Segue abaixo um vídeo raro desse primeiro show.



No Dia Mundial da Luta Contra a Aids, lembrada em todo mundo no dia de hoje, vale lembrar que, infelizmente, perdemos alguns dos nossos roqueiros para essa doença que continua a matar milhares pelo mundo todos os anos e que tem a prevenção como melhor remédio.
Em 1993 a Sociedade Viva Cazuza, da Lucinha Araújo, mãe de Cazuza, produziu a campanha "Isso é Amor", criada por Ana Arantes e Bineco Marinho, que teve objetivo reunir artistas para alertar sobre os perigos da Aids e as formas de prevenir. Participaram: Ângela Ro Ro, Ângela Maria, Alcione, Branco Mello, Cássia Eller Chico Buarque, Elba Ramalho, Elymar Santos, Emilio Santiago, Humberto Gessinger, Leandro e Leonardo, Marina Lima, Martinho da Vila, Ney Matogrosso, Nelson Gonçalves, Roberto Frejat, Tom Jobim e Wanderlea. A música tema da campanha foi "Amor Quente", uma composição de Cazuza e de Humberto Gessinger, mas essa música tem outra composição.
A primeira versão surgiu da ideia de Gilberto Braga para sua novela "O Dono do Mundo", de 1991, exibida na Rede Globo. Gilberto pediu para Lucinha Araújo uma letra inédita de Cazuza. Para ser musicada para a novela, foi convidado o músico Renato Ladeira, o mesmo parceiro de Cazuza na música "Faz Parte do Meu Show". Ela foi gravada por Lela Badaró, cantora indicada pelo diretor Dênis Carvalho. Nessa versão consta como compositores Cazuza e Renato Ladeira.
Com a campanha "Isso é Amor", Humberto Gessinger fez uma outra música para a letra "Amor Quente" de Cazuza. Nessa versão consta como compositores Cazuza e Humberto Gessinger. Vamos então conferir as duas versões.
  


Como já dito e repetido diversas vezes por aqui, o Rock 80 Brasil teve várias facetas. Tivemos influências de vários tipo de Rock. Um deles foi o punk, originário da Inglaterra e que se alastrou pelo mundo, reunindo jovens, principalmente da periferia e da classe operária.
Foi nos dias 27 e 28 de novembro de 1982, portanto há 32 anos, ocorria em São Paulo um dos mais importantes marcos da história do movimento punk. Foi o festival "O Começo do Fim do Mundo", que aconteceu no Sesc Pompeia, na capital paulista, cujo objetivo foi reunir as diversas facções punks da capital e do ABC paulista. Apresentaram-se um total de 20 bandas, entre elas Dose Brutal, Inocentes, Lixomania e Ratos de Porão. Os shows foram gravados em um tape e lançado em forma de LP em 1983. O programa Som do Vinil, apresentado pelo ex-batera dos Titãs, Charles Gavin teve o festival como tema de um programa. Vale a pena conferir.













E começaremos novembro com o pé direito! Afinal, um dos músicos que complementa a cena do rock gaúcho, Duca Leindecker, já está com data e hora marcada para a gravação do seu DVD ao vivo.

O local escolhido será em Porto Alegre, no Leopoldina Juvenil, nos dias 11 e 12 de novembro, às 21h. E além das canções que marcam a trajetória de Duca, tanto na banda Cidadão Quem quanto no duo Pouca Vogal, o músico também tocará as músicas de seu mais recente trabalho solo, o “Duca Leindecker – Voz, Violão e Batucada”. Contando também com as participações especiais dos artistas Humberto Gessinger, Luciano Leindecker e Tiago Iorc.

Viu só como está imperdível a sua participação nesses shows? Então não perca tempo! Garanta o seu ingresso clicando AQUI e acompanhe os bastidores destas gravações através do twitter de Duca Leindecker. E dale rock gaúcho!

http://www.ducaleindecker.com.br/





Na manhã do dia 21 de agosto de 1989 (portanto, 25 anos atrás), o nosso grande roqueiro Raul Santos Seixas foi encontrado morto na cama de seu apartamento, vítima de uma parada cardíaca. Em sua turnê que fazia junto com o último colega de show, o músico Marcelo Nova, Raul demonstrava que sua saúde estava debilitada.
Raul merece um lugar especial no nosso rock brasileiro, pois foi um dos representantes do rock em uma época em que o rock ainda engatinhava no Brasil. É dele clássicos do nosso Rock Brasil como "Metamorfose Ambulante", "Maluco Beleza", "Sociedade Alternativa" e tantas outras mais.
Raul inspirou nossos roqueiros dos anos 80, 90, 2000 a fazer rock. É dele a coragem de mostrar nas letras o quanto precisamos estar atentos para o que acontece no nosso país. Um exemplo disso é a música "Aluga-se".
Raul nos deixou, bem como também deixou um legado que ficou escrito nas pedras do nosso rock brasileiro. Abaixo o vídeo do show do Raul no primeiro Hollywood Rock, realizado em 1975. Toca Raul!
 
Quando um artista do nosso Rock Brasil deixa a música, o que será que ele faz? Temos no Rock 80 Brasil vários artistas que partiram para outra atividade. Entre eles está Charles Gavin, ex-baterista dos Titãs.
Gavin passou por algumas bandas antes de entrar nos Titãs, no segundo disco. Mas desde aquela época o baterista sempre demonstrou gostar de todo tipo de música brasileira. Com a saída da banda em 2010, Gavin passou a se dedicar ao estudo da música brasileira, como conta matéria assinada por Tom Cardoso e publicada hoje no jornal Valor Econômico.
Charles Gavin possui uma coleção de mais de 5 mil CDs e mais de 10 mil vinis. Desde sempre ele se interessa por qualquer estilo musical, mesmo estando no rock. Participou de vários projetos de relançamento de discos que ficavam nos porões das gravadoras. Segundo Gavin, mais de 90% de tudo que foi lançado pela indústria fonográfica está fora do mercado. E seu trabalho foi justamente fazer uma pesquisa e convencer as gravadoras da importância de relançar os títulos para que as futuras gerações conheçam a história da nossa música. Porém, Gavin reclama que as gravadoras fecharam os portões para esse tipo de projeto e cobra do Estado uma política que valorize nossa música. Está certo Charles!




















É isso mesmo! A Capital Inicial está com um novo projeto no formato EP, intitulado “Viva a Revolução” e já disponível no iTunes. Diferente de todos os trabalhos que a banda fez nesses longos anos de estrada, Dinho Ouro Preto contou na última semana para a MTV sobre o diferencial que o projeto apresenta:

Temos 30 anos de estrada, esse trabalho é um ponto da curva na nossa carreira. Há um novo produtor (Liminha) e novos parceiros. É uma maneira de soar diferente, por isso a escolha do formato conciso de um EP. Para uma banda veterana, como a Capital Inicial, inovar é muito importante.

O EP “Viva a Revolução” segue com seis faixas inéditas + uma bônus, incluindo o single da banda, a “Melhor Do Que Ontem”. Além das colaborações em duas composições feitas por  Thiago Castanho, ex-guitarrista do Charlie Brown Jr, essa nova empreitada da Capital Inicial também conta com a participação do Patinho, integrante do grupo de rap Cone Crew Diretoria e com a produção musical de Liminha.

E se você tiver cadastro no iTunes e quiser conferir esse novo som da Capital Inicial, basta clicar AQUI!
Mas se caso você não tiver, dá para acessar o site oficial da banda e conferir a prévia do projeto, e claro, dar uma bisbilhotada n'agenda de shows da banda que segue atualizada também.




A onda Rock 80 Brasil nos cinemas continua, mais especificamente na onda da Legião Urbana. Depois de "Somos Tão Jovens", que narra a história de Renato Russo e do início da Legião Urbana; de "Faroeste Caboclo", que conta a história de João de Santo Cristo, da Maria Lúcia, do Jeremias; agora é a vez da dupla mais famosa do rock brasileiro ir para as telonas. Estamos falando de "Eduardo e Mônica".
"Eduardo e Mônica" é uma canção de Renato Russo composta ainda na fase Trovador Solitário e está no disco "Dois", da Legião Urbana, de 1996. Os direitos da canção para adaptação para o cinema foi concluída e a negociação levou cerca de um ano. A direção será de René Sampaio, o mesmo diretor de "Faroeste Caboclo".
O próximo passo é a escolha de roteiristas, mas a ideia é que a história do romance entre Eduardo e Mônica se passe na década de 80. Segundo a produtora Bianca De Fellipes, da produtora Gávea Filmes, publicada na imprensa, a expectativa é que o projeto seja elaborado neste ano para a captação de recursos e que as gravações ocorram no segundo semestre de 2015 para estrear em 2016.
Vale lembrar que a Vivo já transformou a canção em uma propaganda/clipe em 2011, quando a música completou 25 anos. Vamos conferir!
 
 
A volta do Ira! tem data e hora pra acontecer e quer mais? Essa data está muito próxima. No próximo sábado (17/05), às 18h, sobem no palco Júlio Prestes, na capital paulista, Nasi e Edgard Scandurra, ao lado de Johnny Boy (guitarra e teclado), Evaristo Pádua (baterista) e Daniel Rocha (baixista e filho de Edgard).
Em matéria publicada nesta segunda-feira no jornal Folha de S.Paulo, o jornalista Thales de Menezes traz um pouco desta tão comentada volta depois de um hiato na história desta grande banda, período este que ficou marcado por brigas e discussões. Mas águas passadas devem ser esquecidas.
Nasi e Edgard prometem um grande show à altura da trajetória da banda. Lá estarão sucessos como "Longe de Tudo", "Tolices" e "Mudança de Comportamento". Também está prevista, já no sábado, a execução da inédita "ABCD". Novas canções estão sendo trabalhadas e devem entrar na gravação do novo CD e DVD, que estão sendo planejados.
Para você que não pode estar em São Paulo no sábado, confira a agenda do Ira!:

DataCidade
17/05São Paulo-SP (Virada Cultural)
24/05Campinas-SP
31/05Bauru-SP (Virada Cultural)
01/06Santa Bárbara do Oeste-SP
05/06Araraquara-SP
06/06Brasília-DF
07/06Goiânia-GO
13/06Maringá-PR
14/06Curitiba-PR
15/06São Paulo-SP
20/06Pelotas-RS
21/06Jundiaí-SP
27/06Cascavel-PR
28/06Toledo-PR
04/07São Paulo-SP
05/07São Paulo-SP
06/07São Paulo-SP
12/07Itaguara-MG
16/07Piracicaba-SP
17/07Taubaté-SP
19/07Volta Redonda-RJ
20/07Ilhabela-SP
23/07São Carlos-SP
24/07Andradas-MG
26/07Formiga-MG
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