Na Divisão Especial do Rock 80 Brasil temos várias bandas que fizeram parte e que até hoje são lembradas como referências daquela época. Entre elas estão Os Paralamas do Sucesso e o Barão Vermelho. Ambas foram criadas no início da década de 80 e no Rio de Janeiro.
Em 2004, na gravação do Uns Dias - Ao Vivo, Os Paralamas do Herbert Vianna, Bi Ribeiro e João Barone, recebeu em seu palco nada mais nada menos que Frejat, o líder do Barão Vermelho. Juntos tocaram e cantaram "Caleidoscópio", música que está na coletânea "Arquivo". Vamos conferir esse big encontro do nosso Rock 80 Brasil.
Eles são donos de gêneros musicais diferentes, porém, têm uma sintonia incrível. E foi assim que a sintonia de Zélia Duncan e Frejat se encontraram cantando "Mãos Atadas".
A composição foi feita por Simone Saback e concedida no oitavo álbum de estúdio da Zélia Duncan, intitulado "Pré Pós Tudo Bossa Band" (2005). O dueto fez bonito! E a mistura de gêneros deu certo!
Bom, chega de rodeios, né? Vamos de fato conferir o áudio dessa linda melodia conosco! E viva as diferenças!
Você acha que os nossos roqueiros não falavam de amor nas suas composições e melodias? Frejat é um desses que não escapa da nossa lista!
"O Amor é Quente" é mais uma prova de que o amor está no ar, e é a faixa título do quarto disco solo oficial do músico, lançado em 2013. Contudo, o vídeo ressalta todo este amor também. Com direção de André Horta e Pedro Van Kruger, O Amor É Quente traz um Frejat muito mais ousado e elegante, fora que o vídeo clipe exibe cores, paixão e arte acompanhado com uma banda pra lá de talentosos. Chega de papo e confira conosco!
Algumas versões envolvem a saída de Cazuza da Barão Vermelho. O ano é 1985 e a banda vivia seu auge com três discos gravados e uma apresentação memorável no Rock in Rio. Mesmo com todo sucesso a banda vivia uma fase de desgaste com o vocalista Cazuza, principalmente pelos seus excessos.
Cazuza já havia manifestado seu desejo de ter um trabalho autoral. A vontade tinha o apoio do parceiro nas composições, Frejat, mas com a ressalva de que continuasse na banda.
Conta-se então que foi em um show na cidade de Santos que Cazuza anunciou, para surpresa de todos e da própria banda, que estava saindo do grupo. Entre um bis e outro, não teve dúvida, a banda trancou a porta de acesso ao palco e continuou o show sem o vocalista. No livro "Só as mães são felizes", a mãe do Cazuza conta que o grande final da banda foi em Curitiba.
No filme "Cazuza - O Tempo Não Pára", a saída se dá na mesa de reuniões da gravadora, em uma reunião entre o grupo e o produtor Ezequiel Neves. Ali é Cazuza quem toma a decisão. No livro do Lobão este conta que assim que foi "expulso" do grupo "Lobão e os Ronaldos" encontrou em um bar Cazuza, que contou-lhe que também havia sido expulso do Barão Vermelho. Dapieve conta que o racha se deu na porta da Som Livre. Frejat detalha este encontro. Segundo ele estava tudo pronto para a gravação do disco. Quando a banda chegou no prédio onde seria feitas as gravações Cazuza estava na porta e disse que estava saindo da banda.
O fato é que ambos ganharam: Cazuza se destacou como cantor solo, incluindo outros ritmos em suas canções; e o Barão Vermelho seguiu como uma grande banda liderada pelo Frejat. Ah, e o BRock também ganhou!