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Na última terça-feira, 16, o músico Humberto Gessinger lançou, por meio do Portal UOL, o clipe da versão acústica de "Faz Parte" - canção gravada originalmente no álbum "Minuano" (1997), dos Engenheiros do Hawaii.

Gravado no estúdio do Rio de Janeiro e com produção musical de Rafael Ramos, o clipe traz o músico em cenas divididas no piano, na gaita e no violão. E, além de ser uma versão singela, Gessinger contou ao UOL a importância de resgatar canções da sua trajetória.

"Queria tocar algumas músicas que passaram batido quando foram lançadas, o que costumam chamar de 'lado B', mas que ainda fazem sentido para mim", relata o multi-instrumentista. Confira a entrevista completa AQUI.

Já o vídeo clipe, logo abaixo:






Em 1990 os mineiros  Max, Igor, Andreas e Paulo, do Sepultura, foram morar no Arizona, nos Estados Unidos, e passaram a ter um novo empresário. Entraram nos estúdios Morrisound, na Flórida, produzidos por Scott Burns, e no dia 8 de janeiro de 1991, portanto há exatos 25 anos, lançaram o álbum que seria uma referência na trajetória da banda: o Arise.
Com este álbum, o Sepultura tornou-se uma das bandas mais elogiadas pela crítica no cenário metal e passou a ter uma nova legião de público. O disco vendeu cerca de 160 mil cópias só nos dois primeiros meses após o lançamento, ultrapassando mais de um milhão de cópias vendidas. 
No mesmo mês de janeiro, de 1991, a banda carimbou seu sucesso com uma apresentação memorável na segunda edição do Rock in Rio.
Deste disco, duas músicas ganharam a gravação de vídeoclipe: "Arise" e "Dead Embryonic Cells". Para marcar esses 25 anos, vamos conferir os dois clipes.


Foto: Jocelito Camargo

Na última terça-feira, 15, o músico Duca Leindecker divulgou mais uma faixa do seu novo álbum, Plano Aberto, na internet. A canção escolhida é "Certeiro", carro-chefe que abre o show, gravado em novembro do ano passado, em Porto Alegre/RS.

Porém, essa não foi a única oportunidade que os fãs do gaúcho tiveram para bisbilhotar o mais recente álbum de Duca Leindecker. Em julho, Leindecker, em parceria com Estação Filmes, já divulgara algumas faixas no Youtube: "Vício", "Girassóis" e "Brutalidade e sol".

Mas se os fãs quiserem conferir na íntegra como ficou esse baita registro musical, basta acessar o site da loja oficial do cantor, a Stereophonica, e garantir o seu "Plano Aberto" ao vivo e a cores, que por sinal, registra em um show épico as fases do Duca na banda Cidadão Quem; no Pouca Vogal; e agora na sua fase atual com carreira solo.

E, é claro que o Duca já está na estrada com a turnê, então para os fãs ficaram por dentro das datas e novidades, acessem: http://www.ducaleindecker.com.br/ 
Vale a pena!


Semana passada a comunidade Rock 80 Brasil foi pega de surpresa com a notícia veiculada no blog do Marcelo Rubens Paiva, de que a Legião Urbana voltaria à cena do nosso rock brasileiro. A notícia dizia que Marcelo Bonfá e Dado Villa-Lobos voltariam com a turnê da Legião já a partir de outubro com a direção musical de Felipe Hirsch. E quem estaria no lugar do eterno Renato Russo? Segundo o blog André Frateschi encararia essa difícil missão.
Aí foi um comentário daqui, outro dali e um punhado deles. Alguns comemoravam a volta do grupo, outros criticavam, principalmente a escolha do vocalista. Até a mãe de Renato Russo, Carmem Manfredini, em entrevista ao UOL, não gostou muito da ideia de ter um "substituto" para seu filho. O jornalista Jamari França comentou em seu facebook da importância do grupo trazer novas músicas autorais.
Entretanto, ontem, o site Ligado a Música, trouxe uma entrevista com Dado em que o guitarrista da Legião esclarece a polêmica. A reunião do grupo é para comemorar os 30 anos do lançamento do primeiro disco da Legião Urbana. Ainda segundo Dado, o André será uma espécie de MC cantor. Outros também irão cantar, como o próprio Dado e Bonfá, além de convidados como Jonnata Doll, Lia Paris e o titã Paulo Miklos. Para assumir o baixo que já foi de Renato Rocha estará Formigão, do Planet Hemp. É isso!

"Não consuma esse disco se tiver estômago fraco. 'Nheengatu' é repleto de cenas fortes, impróprias para quem não encara as verdades de frente. Tem pedofilia. Tem fome, miséria, crack. Tem machista covarde que dá flores para a mulher, mas que se revela um monstro de ciúme possessivo." É assim que Hérica Marmo e Luiz André Alzer (autores do livro "A Vida Até Parece uma Festa", sobre os Titãs) definiram o disco lançado pelos Titãs em 2014.
Com base nessa atmosfera, os Titãs também planejaram um show repleto de músicas-porradas, com direito ao uso de máscaras assustadoras e muito mais. Tudo isso foi registrado em DVD, o "Nheengatu ao Vivo" que está sendo lançado pela Som Livre, e que a Folha de S. Paulo noticiou hoje em matéria assinada pelo jornalista Thales de Menezes.
De acordo com o jornalista, estão no show, e consequentemente no DVD, muitas músicas do disco "Nheengatu" e, assim, menos espaço para hits (o que vai na direção oposta do que normalmente acontece). De qualquer forma, logo vamos poder conferir e ter esse momento titânico registrado.




Augusto Licks está com destino traçado para outubro: Belo Horizonte. O guitarrista deve ir lá para fazer seu workshop "Do Quarto para o Mundo". É uma oportunidade para velhas e novas gerações de guitarristas desfrutarem uma pitada de conhecimento deste grande guitarrista, que tocou com Nei Lisboa e Engenheiros do Hawaii. Abaixo segue o release de divulgação do evento e as condições para o evento acontecer. Vamos nessa galera!

"O ano de 2015 está sendo cheio de surpresas para os fãs de Augusto Licks. Depois de quase 22 anos sem tocar em público, o ex-guitarrista dos Engenheiros do Hawaii e parceiro de Nei Lisboa, participou do show da cantora japonesa Tsubasa Imamura em julho e, agora, movimenta a internet com uma campanha de financiamento coletivo pelo site Kickante.
     O projeto busca realizar a primeira edição do Workshop "Do Quarto Para o Mundo" em Belo Horizonte. A palestra interativa, ministrada por Augusto Licks, é uma rara e preciosa oportunidade para músicos iniciantes e estudantes de música conversarem sobre questões essenciais para tornar o "caminho das pedras" da carreira artística mais simples de ser percorrido.
     O encontro tem uma atmosfera muito intimista e trata de detalhes conceituais e técnicos do mercado musical e de todos os processos que envolvem a produção e as diferentes formas de fazer música no mundo atual. Com um caráter acadêmico, mas sem "academicismos", motivado pela vontade idealista de compartilhar conhecimentos, Augusto Licks busca transmitir experiências de uma maneira muito mais qualitativa do que quantitativa.
     Idealizado pelo fã Rodrigo Pedrosa, o projeto de crowdfunding nasceu a partir de uma conversa em que Augusto Licks expressou seu desejo de realizar o Workshop para o público mineiro. A meta da campanha, lançada no dia 17 de agosto, é alcançar o valor de R$ 5.966,00. Em pouco menos de 24 horas, mais de 12% do valor estimado já haviam sido arrecadados.
    “Fui ao encontro de Augusto Licks para presenteá-lo com uma pimenta mineira. Nessa conversa, surgiu o assunto de um workshop em BH e saí de lá muito entusiasmado. Para tornar possível - sem depender da iniciativa privada ou do governo - apresentei ao Augusto um projeto de Financiamento Coletivo, no qual poderíamos presentear a grande legião de admiradores de seu trabalho, muito carentes de suas aparições na mídia e redes sociais, com o workshop e várias outras lembranças do artista. Agora, a expectativa é que os fãs de Augusto Licks retribuam à iniciativa”, diz Rodrigo.
    As vagas para participar da palestra são limitadíssimas. Os valores das cotas variam entre R$15 e R$150. Cada apoiador recebe recompensas personalizadas, como palhetas, participação em um grupo privado no Facebook, postal autografado, pôster exclusivo, entre outros.
    Caso atinja seu objetivo, o Workshop será realizado no dia 17 de outubro. O financiamento coletivo funciona no modelo “Tudo ou Nada”. Então o projeto só sai do papel se for arrecadado o valor mínimo para realização.
Além de Belo Horizonte, o sucesso da empreitada pode levar também o Workshop para outras cidades. Antes de aderir à campanha, Augusto Licks levou "Do Quarto Para o Mundo" para Porto Alegre, Rio de Janeiro e Iracemápolis, no interior de São Paulo.
Serviço:
Workshop Augusto Licks "Do Quarto Para o Mundo" em Belo Horizonte
Financiamento coletivo: http://www.kickante.com.br/campanhas/augusto-licks-workshop-do-quarto-para-o-mundo-em-bh
Data: 17 de outubro de 2015
e-mail: workshoplicks@gmail.com
Facebook: https://www.facebook.com/workshoplicks
Twitter: https://twitter.com/LicksWorkshop"




São quase 30 anos de estrada, e os caras não param! Consagraram-se com o hit "Camila, Camila", lá em 1987, distorceram e reinventaram o rock gaúcho durante a trajetória musical. Pelo jeito, vocês já descobriram de quem estamos falando, certo? São os caras do Nenhum de Nós! Que aliás, estrearam  há alguns dias um disco cheio de regalias e sentimentos.

"Sempre é hoje", além de ser o 17° disco da banda gaúcha, foi gravado pela Deckdisc, contém dez faixas inéditas - duas têm as participações especiais de Roberta Campos e de Fábio Cascadura - e o carro chefe desse lançamento é a música "Milagre". Mas, além desse resumo técnico, "Sempre é hoje" resgata as boas sensações e trilha as sublimes fases da vida com as letras inéditas compostas pelo grupo.

Quer saber como ficou esse disco? Então aproveita que, além de estar disponível nas plataformas digitais, dá para ouvi-lo na íntegra no site oficial da banda: http://nenhumdenos.com.br/ - E só para ressaltar: no site, dá para saber sobre os bastidores da gravação, ver fotos da banda, bisbilhotar o making-of e mais uma porrada de conteúdo.

Quer mais ainda? Então se liga no clipe oficial que os caras fizeram para o hit "Milagre". E conta depois pra gente o que vocês acharam!


Aqueles que acham que ainda não tem mais o que fazer/falar sobre a Legião Urbana está redondamente enganado. Agora é a vez do cantor da banda ter uma exposição própria. Isso mesmo!
Segundo matéria publicada hoje no Caderno 2 do jornal O Estado de S.Paulo, e assinada pela jornalista Roberta Pennafort, nesta semana técncios do Museu de Imagem e do Som de São Paulo visitam o apartamento de Renato Russo em Ipanema para planejar uma exposição sobre o cantor programada para 2017. Quem está acompanhando essa movimentação é filho de Russo, Giuliano Manfredini.
Segundo o filho do cantor, Russo deixou o apartamento de tal forma que quisesse que fosse divulgado. Lá estão os óculos do cantor, CDs, livros e letras de música que foram gravadas e inéditas. Agora é sentar e esperar pela exposição para conhecer um pouco mais desse ídolo do Rock 80 Brasil.

 

*As fotos são de autoria de Marcos de Paula, do Estadão, e fazem parte de ma série que ilustram a matéria e que podem ser conferidas no site do Estadão.



No dia de hoje, 05 de março, Vital Dias completaria 55 anos. Mas Vital nos deixou na última terça-feira, vítima de câncer. Quem estava em outro planeta nos últimos 30 anos, talvez não saiba que Vital deveria ser (e foi nos ensaios) o primeiro baterista dos Paralamas do Sucesso. A história é assim:
O jornalista Arthur Dapieve conta que no final da década de 70 a família Vianna deixa Brasília e muda para o Rio de Janeiro. A mudança foi a desculpa para o pequeno Herbert se trancar no quarto e mergulhar na sua guitarra Fender. Depois, o amigo  Bi Ribeiro, também de Brasília, muda para o Rio. Compra o baixo. Faltava então um baterista. No cursinho pré-vestibular encontram um cara chamado Vital Dias. O trio estava formado.
No começo era ensaio em todos os finais de semana no apartamento da avó do Bi, a vó Ondina. Com a entrada dos meninos na faculdade os ensaios foram perdendo força até parar e deixar os vizinhos da vó Ondina felizes. Desanimados com a faculdade, eles voltam, agora sim com o nome Paralamas do Sucesso e se inscrevem, em 1981, no Festival da Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (UFRRJ).
Foram desclassificados, mas conseguiram o bônus de tocar no intervalo. Na hora da apresentação, cadê o Vital? Foi um amigo do Bi que sugeriu e foram lá correndo buscar o João Barone. Assim foram levando: um guitarrista, um baixista e dois bateristas. No ano seguinte foram se apresentar de novo em um barzinho na UFFRJ. Cada baterista tocaria duas músicas, revezando as baquetas. Vital tocou, depois veio Barone... e Vital não voltou mais.
Se não ficou conhecido como o baterista dos Paralamas, Vital ficou conhecido por uma música que foi gravada no primeiro disco da banda "Vital e sua Moto". A música fala de um rapaz, o Vital, que comprou uma moto e assim vai. Para quem ainda não sabe o Vital da canção não só existe como foi o primeiro baterista dos Paralamas, antes do João Barone entrar.
No livro biográfico dos Paralamas, o jornalista Jamari França conta uma versão um pouco diferente da que está na letra, versão essa contada pelo próprio personagem da música, ou seja, o Vital. Ele conta que diferente do que escreveu Herbert Vianna, o pai do Vital apoiou sim sua compra de moto, tanto é que ajudou com a grana. Outro fato é que a "prima" lá no final da música ("Ele foi com sua moto ir de carro era baixo astral, minha prima já está e é por isso que eu também vou"), a prima não é do Vital e sim do próprio Herbert, a Lili, com quem o próprio Herbert teve um pequeno romance. Só mais uma pitadinha que o Jamari conta no livro: a versão original não tinha o refrão ("Vital passou a se sentir total com seu sonho de metal"). A frase foi inserida a pedido do produtor do disco "Cinema Mudo" que achou que a música tinha que ter um refrão.
Que Vital chegue com sua moto em um campo cheio de paz!

Por: Fabricio Mazocco

Naquele tempo se chamava de danceteria, para outros discoteca. Era lá que os jovens se encontravam. Música e luzes. As luzes se repetiam. Brilhavam verde. Ofuscavam com o vermelho. Mas eram iguais. Já as músicas, essas sim eram diferentes. Diferentes do quê?
Mesmo para um adolescente com pouca bagagem musical (pelo tempo e não pela vontade), ouvir: "ok você venceu, batatas fritas" era diferente sim. Teatro? Música? Blitz! Que tempo bom.
Não se explica a magia. Sim. Parecia ser mágico ouvir aquelas canções. "Eu sou boy". "Moreno alto, bonito e sensual". "Minha pequena Eva". "Há um lugar místico em mim". "Eu vou chorar lágrimas de crocodilo". E assim se acumulavam frases que cantávamos sem um porquê . Nem tudo precisa de porquês. Era novidade. Rock. Rock anos 80. Rock 80 Brasil.
Trouxe comigo essa bagagem (agora cheia). Ouvir é bom. Conhecer cada detalhe do que aconteceu com esse tal de rock n' roll com a marca Brasil é bom demais. Não bastava ouvir as músicas. Quem cantava? Por que? Como? Saber tudo isso era muuito... rock.
Aquele menino de 12 anos que ouviu a Blitz, o Lobão, Titãs, Paralamas , Herva Doce, Rádio Táxi, Legião, Engenheiros, Lulu, Kid Abelha, Inocentes, Ratos de Porão, e tantos outros mais não menos importantes, resolveu no dia 23 de janeiro de 2012 a escrever sobre isso... sobre rock... sobre Rock 80 Brasil.
Mas não se monta uma banda sozinho. Aos poucos chegou uma menina, a Ellen, que nasceu longe dos anos 80, mas cheia de vontade de ouvir o que fez naqueles anos. Uma parceira e tanto. Sabe mais que muitos que viveram aquela época. Depois veio o Murilo, é o cara que dá a cara (desculpe o trocadilho) para o blog. Forma e conteúdo.Sou eternamente grato a vocês.
 E assim outros foram nos apoiando. Os artistas daquela época que sempre nos receberam muito bem. O sempre roqueiro Alex Gregório. O Rock Anos 90. O Rock Gaúcho. O Reduto do Rock. A Adryz. O Raphael. E cada um de vocês que gasta um tempinho com nossas postagens diárias. Fazemos tudo com muito carinho.
Nessa data de três anos comemorativos agradecemos a todos vocês. E se depender da gente continuamos por pelo menos mais 80 anos.



Por: Ellen Visitário

Há três anos, lembro-me que comentei com o Alex Gregório sobre uma entrevista fresquinha que tinha feito com o Thedy Côrrea (Nenhum de Nós), e que eu estava procurando um espaço para publicá-la. Foi aí que, pela primeira vez, ouvi falar do Fabricio Mazocco e do seu futuro blog Rock 80 Brasil. Contatos trocados. A partir daí foi dada a largada sobre o que seria um espaço dedicado a melhor geração musical.
Ok, ok! Eu confesso que, musicalmente, nasci numa época errada, e muitos ainda me dizem que eu não tenho idade para isso ou para aquilo. Posso "não ter idade", mas tenho um apreço imenso.
Três anos se passaram e olha nós aqui, mais uma vez, comemorando um aniversário tão bacana.
Quando o Fabricio me convidou para complementar com as publicações no blog, pensei: "será que vou dar conta?", "será que o leitor vai gostar?" - Ignorei as minhas interrogações, e concretizei com a minha satisfação em dar o melhor sobre o que eu sei de uma época que eu não vivi, diretamente.
Hoje, eu sei muita coisa. Vieram muitas coisas. O blog Rock 80 Brasil não é apenas um mero blog, é o nosso blog! O meu, o seu, o dele, o nosso espaço!
Queria agradecer (sempre vou agradecer) ao Fabricio Mazocco por ter me convidado a fazer parte da equipe e por confiar em mim; um super obrigada ao querido Murilo Boarini, nosso designer, por se dedicar tanto quanto nós, que escrevemos por aqui. Aos nossos parceiros e amigos, que nos ajudam ou numa fotografia concedida ou num compartilhamento. Aos artistas que nos ajudam com as suas experiências na estrada; com entrevistas; novidades ou/e retuites, muito obrigada!
E, claro, devo agradecer a você, sim, você, meu caro leitor, que reserva dois ou três minutinhos para ler as nossas publicações. Ah, se não fosse você! Brigadão, viu?
E que venham mais aniversários com muito Rock 80 Brasil, para termos a certeza que iremos continuar. Sempre continuaremos!


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